A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e igualmente integrante da Rede Sindical Africana sobre Emigração Irregular diz estar preocupada com a situação de emigração irregular dos africanos para outros países.

Devido a esta preocupação, hoje, os dirigentes da UNTG mantiveram um contato com a representação da União Europeia, para saber da estratégia da comunidade internacional para controlar os casos da emigração irregular. Com isso pretende-se ainda saber dos projetos concretos da comunidade internacional para a integração dos emigrantes no país de origem.

Á saída do encontro com o Adido de Cooperação da União Europeia, Júlio Mendonça, Secretário-geral da UNTG, disse lembra ainda que o fenómeno de emigração irregular está a preocupar todos os países e os emigrantes não recebem proteção das autoridades e tronam vulneráveis.

“Então neste âmbito desenhamos um plano trabalho e na sequência disto estamos a andar junto desta organização para saber qual a é a sua estratégia que elaboraram e como vai relacionar com este fenómeno, e hoje sabemos que por causa da consequência da má governação na África, inclusive está a ter um aumento de emigração de jovem que está a fugir em busca das melhores condições na Europa”, explica.

Por outro lado, o Secretário-geral da UNTG, Júlio Mendonça, afirma que é preciso que a União Europeia leve em conta os pormenores referentes à governação de beliscar o direito fundamental, que a população guineense está a enfrentar.

“Então nós viemos manifestar a eles a nossa preocupação e a nossa vontade de trabalhar e identificar emigrantes que estão na Guiné-Bissau e se têm alguma proteção jurídica, e qual são os conjuntos de problemas, achamos que é importante interagir com eles”, sustenta.

Mendonça disse ainda que o adido da cooperação mostrou-se disponível a trabalhar contra este fenómeno, contudo, também foram exortados a usar a sua influência, porque “é preciso tomar em conta estes pormenores referente a governação e a desgovernação do país inclusive a beliscar os direitos fundamentais que a população guineense está a enfrentar principalmente aqueles que tem a ver com a liberdade de manifestação”.

“Todos estes direitos fundamentais estão a ser postos em causa”, alerta.    

O Secretário - geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG), disse ainda que entregou ao governo proposta da nova grelha salarial, porque segundo ele, houve uma subida galopante do custo de vida e o Estado tem de agir tal como é.

 

Por: Rádio Sol Mansi / Bíbia Mariza Pereira

Imagem: Bíbia Mariza Pereira

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