O presidente da República diz constatar, hoje, que os tribunais estão numa situação muito lastimável.

“De facto constatei que os tribunais estão numa situação muito lamentável”, diz o presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, para de seguida assegurar que “há uma situação que considero menos importante, que é a questão de logística, computadores, impressores porque já há condições para sanear essa situaçao e a questão da ordem e segurança hoje, vou falar com o ministro do interior e felizmente a ministra da Justiça faz parte do Conselho da Segurança Nacional e nas nossas reuniões temos que pôr isso e de imediato vamos executar essas preocupações”,.

Embalo falava a margem da visita que efetuou as diferentes delegacias do tribunal localizados no Centro da Cidade de Bissau.

Já a ministra da Justiça e dos Direitos Humanos, Tereza da Silva, pediu ao chefe de Estado a usar da sua “influência”, para ultrapassar aquilo que ela considera das carências de todas as ordens no funcionamento dos tribunais no país.

“Há muito que temos estado a tentar que o presidente da República venha fazer essa visita e hoje felizmente conseguiu-se concretizar, portanto a ideia é fazer o presidente ver as condições em que os tribunais funcionam com as carências de todas ordens e também pedir que exerça a sua magistratura no sentido de minimizar as carências com que se deparam os tribunais”, acrescentou.

Confrontado na ocasião com as queixas dos populares, no que diz respeito sobretudo a morosidade dos processos nos tribunais, a governante assegurou que “existem estratégias, mas em primeiro lugar, deve passar pela disponibilização dos meios materiais e humanos, para a operacionalização dos serviços de inspecções, as regiões assim como o sector Autónomo de Bissau deparam com as mesmos problemas estamos a trabalhar arduamente para minimizar essas situações”, garante.

Na visita efectuada às diferentes delegacias dos tribunais no Centro da Cidade de Bissau, o Presidente da República fez-se acompanhar da ministra da Justiça e dos Direitos Humanos, o presidente do Supremo Tribunal da Justiça e o Procurador-geral da República.

Por: Braima Sigá

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