“PAÍS ESTÁ PERANTE UM CAOS NA EDUCAÇÃO E SAÚDE”, alerta a frente social
O porta-voz da Frente Social, Ioió João Correia, que engloba os sectores da Saúde e Educação, diz, que as instituições guineenses estão sequestradas pelos partidos políticos.
A afirmação foi revelada, hoje, numa conferência de imprensa na qual Ioió João Correia, confirma a manutenção da greve projetada para os dias 10 à 14 de outubro corrente concretamente a partir de uma segunda a quinta- feira. Entretanto, o sindicalista apela a uma adesão massiva de todos os técnicos dos dois sectores socias em causa.
Ioió João Correia avança ainda que o país esta perante um caos, mediante as desorganizações que estão a ser levadas avante pelos partidos políticos, particularmente nestes dois sectores principais da área social (educação e saúde).
“Acho que o país está perante um caos na educação e saúde, a desorganização que está sendo introduzida nestes sectores por causa dos políticos acaba por interromper o sistema completamente, essas áreas deveriam enviar mais tecnicidades devido a sua natureza, as nossas instituições foram sequestradas às sedes de partidos políticos porque aí é que tomam decisões”, disse o sindicalistas alertandos que “se continuarmos sentados perderemos o controle um dia de tudo que acontece na Guiné-Bissau”.
O porta-voz da Frente social, alerta aos colegas da luta de que é nessas revindicações é que estão as salvações desses dois sectores socias, e caso vierem a permitir que sejam conduzidos ao fracasso, todos serão cúmplices indiretas da morte do sector da saúde e educação.
“Isso é uma ofensa para os técnicos, porque menosprezam os nossos valores sociais, acham que não somos competentes, então devemos ser expulsos dos trabalhos e bloqueiam os nossos salários, a partir de hoje tudo tem de mudar enquanto os pessoais de saúde e educação decidem, e quem tem que fazer valer o respeito aos pessoais de dois sectores somos nós, por isso, apelamos uma adesão massiva dos profissionais de saúde e educação na próxima greve que está por vir”.
Ioió João Correia, porta-voz do Frente social, lamentou que o povo guineense mesmo com a dor no coração, não reagem manifestando os seus descontentamentos, por isso apela que seja posto de lado todas as atitudes de conformismo.
Por: Diana Bacurim
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