GUINÉ-BISSAU COM ALTO RISCO DE CATÁSTROFE NATURAL
A Guiné-Bissau continua a ser um dos países de risco “muito elevado” a Catástrofe natural, ocupando o lugar número 19 do ranking mundial, os dados são do ano 2018 apresentado, esta segunda-feira (07), no seminário sobre redução de riscos de desastres naturais
O encontro de cinco dias decorre na cidade de Bissau e junta várias individualidades e sociedade civil.
Na abertura o Coordenador Residente das Nações Unidas na Guiné-Bissau, David McLanchlan Karr, sugeriu que a melhor resposta às catástrofes e desastres naturais é a prevenção.
“A Guiné-Bissau ocupa a posição numero 19 do ranking continuando a ser um país de risco muito elevado, o lugar continental o país figura na posição 3, sugere que a melhor resposta aos catástrofes e desastres naturais continua a ser a prevenção, contudo não só a Guiné-Bissau e como outros países do mundo continuam a não investir o suficiente na prevenção e preparação para prevenir, perturbações no clima de catástrofe”
Para o Secretario Geral do Ministério do Interior, Marcelino Cabral, o país perdeu nos últimos anos milhares de hectares de plantação e é um facto que pode estar associado a ameaça.
“Só nos últimos anos o país perdeu milhares de hectares de plantações em incêndios e centenas de casas ardidas e outras centenas de casas destruídas por ventos fortes e quase uma centenas de vidas perdidas nas estradas e nos mares e cerca de duas centenas de gados perdidos, campos agrícolas e habitações e outros bens perdidos nas inundações, este diagnóstico não podia cair melhor altura e apelamos a contribuição empenhada de todos para que sejam apurados de êxito”
Para Presidente da Protecção Civil e Bombeiros, Malam Djaura, o seminário é uma oportunidade para apresentar e analisar o resultado e o perfil dos riscos.
“O seminário é uma oportunidade apresentar e análise do resultado do perfil de risco da Guiné-Bissau a toda a parte interessada e beneficiária”.
O objectivo do seminário é de melhorar o conhecimento sobre os riscos bem como aumentar o nível de participação e envolvimento das partes interessadas através da compreensão dos modelos de avaliação de risco de desastres usados no estudo.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira
Imagem: Bíbia Mariza Pereira
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