O ministro das pescas anunciou esta quarta-feira (14 de Junho) que não se chegou a um acordo com a União Europeia para assinatura de um novo protocolo de acordo de pesca.

Orlando veiga que falava numa conferência de imprensa disse que não se chegou a um acordo porque o governo pretende mesmo montante atribuído a mauritânia sem anunciar o montante em questão.

«Nós já dissemos, a proposta guineense já está acima da mesa, compete a União Europeia decidir sobre essa proposta. Não chegando a acordo em relação ao que está a ser discutido, é evidente que não haverá um acordo. É nesta perspectiva que a parte guineense solicita a União Europeia um tratamento não discriminatória em relação a Mauritânia no que refere ao pagamento da compensação financeira por isso solicita que o montante de compensação que recebe no quadro de acordo da União Europeia deveria ser proporcional ao que recebe da Mauritânia de possibilidade das pescas atribuídas nestes dois protocolos de acordo».

 O governante sublinhou que a grande questão do impasse na assinatura do acordo reside no montante de compensação financeiro, tendo sublinhado que “ a GB por uma questão de equidade nos acordos das pescas que a União Europeia assina com países de África Ocidental, solicita que lhe seja atribuída o mesmo tratamento em termos de benefício porquanto os recursos são os mesmos”, sublinha.

Por outro lado o ministro reconheceu que o abastecimento do mercado nacional com pescados não tem sido o pretendido por várias razões: “ primeiro porque este é o período de baixa porque os pescadores são ao mesmo tempo agricultores e neste período vão todos para a campanha de comercialização da castanha de caju. Outra razão são as fortes exigências em termos de emissão de licenças onde regularmente os navios não estão a ser licenciados”, justifica o ministro.

Entretanto, explicou que a situação económica difícil do país impediu a aquisição de uma frota nacional que abasteça o mercado.

Por: Nautaran Marcos Có

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