O Ministro da Função Pública Trabalho Emprego e Segurança Social, chama atenção aos dois maiores sindicatos do país (UNTG e Confederação dos Sindicatos Independente de Guiné-Bissau), de na regra em geral, o FMI não impõe a qualquer país a fazer corte nos sectores de educação e saúde, mas sim, estão a cumprir com as regras e estatutos da mesma organização.

As palavras do ministro vêm na sequência da declaração dos dois maiores sindicatos do país, que revelaram ter na posse informações de que em nenhum momento FMI ter aconselhado o governo a suspender as novas entradas na administração pública.

O titular da pasta da Função Pública Trabalho Emprego e Segurança Social, disse que nenhuma organização parceira aconselhou o governo a não apoiar o seu povo, sobretudo, nestes dois sectores fundamentais da área social.

“Nenhuma organização parceira aconselha o seu governo a não dar apoio á sua população nas partes mais essenciais que são a educação e a saúde”, justifica.

Relativamente ao encontro mantido com esta organização financeira, ou seja, Fundo Monetário Internacional, Cirilo Mamasaliu Djaló diz que o governo já está em condições de publicar os dados do recenseamento feito na função pública.

“Tive a possibilidade de comunicar a missão que vamos ter uma base de dados fiável que está instalado no ministério da função pública e que, pela primeira vez, vamos ter uma coisa harmonizada com o ministério das finanças”, garante.

De recordar que na sexta-feira passada, 18 de novembro, depois do encontro com FMI, as duas maiores organizações sindicais do país, revelaram terem em posse, informações de que em nenhum momento o FMI aconselhou o governo a suspender as novas entradas na administração pública.

 

Por: Turé da Silva

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