EMPREENDEDORES GUINEENSES JUNTAM EM CONVERSA QUE VISA ESTIMULAR O INTERESSE DOS GUINEENSES NO SETOR
A Rede “Impact Hub Bissau” pede aos empreendedores guineenses para que trabalhem em sinergia com vista a estarem á altura como nos outros países.
Pedido foi deixado, hoje, pelo seu presidente numa entrevista aos jornalistas a margem de um encontro denominado “Djumbai na morança (falar na comunidade, tradução livre)”, cujo objetivo é criar relações de proximidade entre as organizações que trabalham no sector do empreendedorismo.
Ismael Joaquim Pereira, disse que para que o empreendedorismo guineense possa atingir o topo, há toda uma necessidade de o governo tomar a iniciativa de reformar os currículos escolares, introduzindo algumas oficinais para impoderar os alunos, evitando que tomem os seus tempos nas bancadas ou em casa sem fazerem nada rentável.
“O empreendedorismo na Guiné-Bissau é sempre um algo novo, sendo assim, atualmente vê-se um engajamento da juventude graças a um projecto que é o “desafio-GB”. Hoje com certeza o empreendedorismo está a ter um gás, então é importante só que tenhamos a sinergia para pudermos ver como trabalhar em colaboração para dar-lhe o gás que esta a precisar, a fim de sermos comparados como os outros países”, enfatiza Ismael sustentando ainda que é necessário o engajamento do governo em tomar a iniciativa de reformar o currículo escolar introduzindo oficinas para empoderar os alunos.
Uma das empreendedoras presente no ato, Ivone Gomes, explica que a sua ambição é resgatar as mulheres que estão sob a dependência total doutrem.
“Tenho um dom de transmitir os outros os conhecimentos que tenho, então sabemos que estamos num país pobre, e igualmente cheio de carência principalmente na camada das mulheres que precisa de um imporão, nesse caso sou uma mulher e sinto que essa arte que tenho não posso escondê-la tenho que partilhar com outras ajudando-lhes a saírem da dependência total doutrem”, enfatiza a empreendedora Ivone Gomes.
Ivone incentiva ainda as mulheres a se afincarem socialmente, porque “podem fazer algo participando no desenvolvimento do país”.
“É isso que é a minha motivação”, garante.
O encontro que decorreu todo o dia de hoje contou com o financiamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a Fundação MAVA.
Por: Diana Bacurim
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