Se é verdade que, como disse Birago Diop, “nossos mortos nunca partiram”, ainda mais – se eu olhar para a dolorosa realidade da Guiné-Bissau hoje com seu triste cenário de “antropologia da raiva” que dura há 45 anos e cresce em força e vitalidade a cada dia – temos uma obrigação moral urgente de...
O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Paulo Sanhá, reconhece que a maioria dos guineenses considera a justiça guineense como corrupta, criadora e facilitadora da impunidade
O primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, disse que é possível desenvolver a Guiné-Bissau só com a estabilidade política.
O presidente do parlamento, Cipriano Cassamá, disse que este ano os políticos guineenses têm a responsabilidade de não mais falhar no cumprimento do desejo do povo; a paz e a tranquilidade nacional
O director do gabinete do ministro do ambiente declarou hoje (12) que a Guiné-Bissau “é o país mais vulnerável às alterações climáticas podendo ser invadido a qualquer momento pelas águas do mar”
Se é verdade que, como disse Birago Diop, “nossos mortos nunca partiram”, ainda mais – se eu olhar para a dolorosa realidade da Guiné-Bissau hoje com seu triste cenário de “antropologia da raiva” que dura há 45 anos e cresce em força e vitalidade a cada dia – temos uma obrigação moral urgente de repensar o tema da paz e da reconciliação nacional, de pensar na sociedade como um todo e de elaborar um novo pacto social e cultural capaz de nos revestir novamente daquele bambaram que nos foi dado pelo longo caminho de libertação e pelo legado do bispo Settimio Arturo Ferrazzetta, ele próprio vítima da guerra fratricida de 1998 e 1999.
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O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Paulo Sanhá, reconhece que a maioria dos guineenses considera a justiça guineense como corrupta, criadora e facilitadora da impunidade
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O presidente do parlamento, Cipriano Cassamá, disse que este ano os políticos guineenses têm a responsabilidade de não mais falhar no cumprimento do desejo do povo; a paz e a tranquilidade nacional
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O primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, disse que é possível desenvolver a Guiné-Bissau só com a estabilidade política.
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O director do gabinete do ministro do ambiente declarou hoje (12) que a Guiné-Bissau “é o país mais vulnerável às alterações climáticas podendo ser invadido a qualquer momento pelas águas do mar”
Add a commentSe é verdade que, como disse Birago Diop, “nossos mortos nunca partiram”, ainda mais – se eu olhar para a dolorosa realidade da Guiné-Bissau hoje com seu triste cenário de “antropologia da raiva” que dura há 45 anos e cresce em força e vitalidade a cada dia – temos uma obrigação moral urgente de repensar o tema da paz e da reconciliação nacional, de pensar na sociedade como um todo e de elaborar um novo pacto social e cultural capaz de nos revestir novamente daquele bambaram que nos foi dado pelo longo caminho de libertação e pelo legado do bispo Settimio Arturo Ferrazzetta, ele próprio vítima da guerra fratricida de 1998 e 1999.
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