A ministra da Educação Nacional considera a educação como uma profissão difícil na busca do ensino de qualidade.
Maria Odete Semedo que falava durante a celebração do dia nacional dos Professores, hoje, 17 de Fevereiro, afirma que “na Guiné-Bissau a realidade de um professor não é uma excepção em relação a qualquer parte do mundo. É uma vida de sacrifícios”.
Luís Nancassa, Presidente do Sindicato Democrático dos Professores, pede á ministra um esforço na implementação da carreira docente ainda este ano como forma de valorizar os docentes.
O Presidente dos pais e encarregados de educação, Armando Correia Landim, pede uma maior dignificação a classe docente.
Dia do professor guineense, 17 de Fevereiro é instituído em memória do professor combatente Areolino Cruz, que faleceu neste dia na defesa dos seus alunos nas Zonas Libertadas durante a Luta Armada de Libertação Nacional.
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A Representação Especial do Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), no país, nega informações segundo as quais a missão realiza retirada antecipada da ECOMIB na Guiné-Bissau.
Em comunicado distribuído à imprensa essa representação refere que, o que está em curso é o repatriamento através do Porto de Bissau de alguns materiais bélicos pertencentes a Unidade de Força Policial de Nigéria cuja última rotação aconteceu em Dezembro.
O comunicado acrescenta que não foi possível repatriar os referidos materiais via aérea.
“A missão da ECOMIB foi prorrogada para até Junho do corrente ano”, salienta o comunicado assinado pelo Representante da CEDEAO na Guiné-Bissau, Ansumana Ceesay.
Os citadinos de Bissau tem estado a acompanharem com alguma preocupação as movimentações das viaturas da ECOMIB (Missão de Manutenção de Paz na Guiné-Bissau) no quadro do repatriamento dos referidos equipamentos via Porto de Bissau.
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O Presidente do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa considera de preocupante a crise sociopolítica que se instalou na Guiné-Bissau desde Agosto do ano passado.
Hernâni Coelho, que igualmente é Ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor Leste, afirma que a organização que representa pretende criar uma estabilidade governativa para o desenvolvimento.
“Para nós é sempre uma situação preocupante quando vemos que um dos nossos membros está a atravessar estas situações”, disse apontando ainda que “o que está em causa é o bem-estar da população e o desenvolvimento do Estado”.
Hernâni disse ainda que a sua estadia na Guiné-Bissau, visa acompanhar de perto a atual situação política, saber das causas e para poder contribuir na procura de uma solução.
“Estamos para ouvir os intervenientes da política guineense e a preparar para o conselho de ministros extraordinário da CPLP, em Lisboa, no mês do Março, em que um dos pontos do encontro será a situação política guineense. Esta é uma oportunidade para acompanharmos e vermos com os nossos próprios olhos”, destaca.
Durante esta visita de três dias ao país, a comitiva desta organização dos falantes da língua portuguesa que também engloba o seu secretário executivo, Murade Murargy e o embaixador de Timor Leste junto a esta organização, deve manter encontros com os responsáveis do país e hoje de manhã reuniu com o poder judicial, com o Presidente do Parlamento e com os partidos políticos com representação no parlamento.
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Com a finalidade de reforçar e capacitar os profissionais da comunicação social de Bissau, terminou, esta quarta-feira, o seminário de Restituição e sensibilização sobre reportagem sensível ao género.
Durante estes três dias de formação os jornalistas debateram a problemática da cobertura de questões delicadas ao género.
No enceramento dos trabalhos Indira Correia Baldé, Vice-Presidente do Sindicato Nacional dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS), lançou apelo a todos os comunicadores no sentido de optarem pela promoção do género dentro das normas que regem a profissão.
“Temos que remover as barreias socioculturais que têm dificultado a ascensão das mulheres a lugares cimeiros neste país”, aconselha.
Correia Baldé pede ainda a todas as jornalistas para “fazerem desta luta, uma luta pra todas”
Alficene Sidibe, em nomes dos participantes, pediu que os conhecimentos adquiridos no seminário sejam um elemento para mudar a mentalidade da sociedade guineense em relação ao género.
Na segunda fase deste seminário pretende-se restituir os mesmos conhecimentos aos animadores das rádios comunitárias a nível nacional.
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A Guiné-Bissau assinala neste dia 30 de Janeiro o dia Nacional da Mulher, em homenagem às suas heroínas da Luta de Libertação Nacional.
Esta data recorda a morte da heroína Titina Sila, em 1973, durante a travessia do Rio de Farim, norte do país, em pleno período da Luta de Libertação Nacional, quando se dirigia à Guiné-Conacri para assistir ao funeral de Amílcar Cabral, morto uma semana antes. Titina foi vítima de uma emboscada levada a cabo por militares portugueses.
Para assinalar a efeméride, o governo guineense, através do Ministério da Mulher, família e Coesão Social, promove varias actividades com o acto central a ser presidido pelo Presidente da Repúblicas, José Mário Vaz.
A cerimónia da comemoração foi antecedida com uma palestra sobre a vida da heroína Titina Sila. Actividades promovidas pelas funcionárias do Hospital Militar, em Bissau, emocionaram os presentes ao relembrarem os dias da luta pela independência nacional.
Para o antigo combatente, Raúl Plácido Domingos Gomes, o dia 30 de Janeiro é o símbolo de coragem da mulher guineense.
“A participação da Titina Sila na luta não é em vão. Por isso quando falamos dela sentimos o orgulho da mulher guineense”, defende.
Segundo Nené Canté, igualmente combatente para a liberdade da pátria, “as mulheres desempenharam um papel importante durante a luta e ocupavam o mesmo lugar com os homens.
“As mulheres eram activas, mesmo depois do combate continuavam com os filhos nas costas. Este é um dia triste, temos que ter coragem”, lamenta.
Ernestina Sila (Titina Sila), nascida em 1943, foi uma combatente e formadora de milícias, que embora morrendo jovem, conseguiu fazer a diferença e cativar todos aqueles que a conheceram.
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Vinte e cinco jovens guineenses vão deixar o país, no princípio de 2016, com destino a Casablanca, para integrar a equipa de assistentes de bordo da Royal Air Maroc.
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