
O Primeiro- ministro, Carlos Correia, presidiu, ontem, quinta- feira o lançamento da primeira pedra para a reabilitação da Placa de estacionamento do aeroporto internacional Osvaldo Vieira.
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O chefe do gabinete do Ministro do Turismo e Artesanato disse, hoje, quinta-feira, que a administração pública está a deparar com enormes problemas para assegurar o seu normal funcionamento face aos grandes desafios.
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A cidade de Buba, sul do país, é palco do ciclo de conferências sobre relação Civil-Militar promovido pelo Instituto da Defesa Nacional em parceria com UNIOGBIS.
Na conferência que integra a Sociedade Civil, a Classe Castrense e que também inclui militares e polícias devem estar em debate vários temas que afectam a boa relações entre as partes envolvidas incluindo a estratégia de reforma no sector militar e reconciliação nas Forças Armadas.
Na ocasião, o presidente do Instituto da Defesa Nacional, Demba Baldé, assegurou que nos últimos anos a relação civil-militar não é dos melhores por isso a iniciativa visa estabelecer esta ligação que existia mas que tem vindo a ser interrompida pelos sucessivos sobressaltos.
“O nosso objectivo é de aproximação de relações e de recuperação dos bons nomes dos militares que hoje se perdeu a confiança devido aos vários sobressaltos políticos verificados no país”, adianta Demba Baldé.
O Instituto da Defesa Nacional é uma estrutura sob a tutela do Ministério da Defesa, cuja missão é de servir de elo de ligação entre o governo, as Forças de Defesa e de Segurança e da Sociedade Civil, no que diz respeito ao debate das questões da vida nacional.
Entretanto, o responsável da Secção de Unidade da Defesa e da Segurança do gabinete Integrado das Nações unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), Diego Rodrigues, destacou o trabalho que a sua organização tem vindo a realizar para estabilização do país através da consolidação da reforma da força de defesa e segurança.
“Temos uma parceria de longa data com o Instituto da Defesa da Guiné-Bissau e estamos a levar a cabo esta actividade e a nossa ideia é melhorar a relação civil-militar”, finaliza Diego Rodrigues prometendo igualmente que o “UNIOGBIS vai continuar a apoiar estas iniciativas”.
Esta conferência ora realizada em Buba deve ser também realizada na próxima quinta-feira (17), em Bafatá, leste do país. No entanto, Ingoré acolhe a conferência da província norte e por último será a vez do Sector Autónomo de Bissau…
Estes encontros que acontecem numa altura em que o país enfrenta situações da crise política, também servem como um fórum de reflexão e convivência mais restrita entre os civis e os militares, tendo em conta que as relações entre eles há muito que não têm sido boas.
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Uma delegação do Conselho de Segurança das Nações Unidas concluiu haver necessidade de se fazer cedências para o fim do impasse político na Guiné-Bissau.
As declarações foram feitas esta segunda-feira à Rádio ONU pelo embaixador de Angola junto às Nações Unidas, no fim de uma visita de algumas horas ao país.
Ismael Martins disse que após vários contactos foi constado que é preciso o fim da impunidade e o respeito a leis e normas por parte de partidos. O pronunciamento foi feito na capital senegalesa Dacar, antes do embarque de regresso a Nova Iorque.
“Acho que a viagem foi útil aos membros do Conselho. Conseguimos, mesmo em curto tempo, ter encontros com as entidades principais e com os partidos como o PAIGC, o PRS e estivemos na Assembleia Nacional Popular e com o presidente da República já no fim”, afirma.
O representante declarou que passados vários meses a população demonstra “maturidade” apesar de “estar a ficar impaciente” com a situação política.
“No fundo foi para que todos nos apresentassem o que vêem como a principal causa desta crise, se bem que eles não aceitam que existe de facto uma crise. Nós ficamos com impressão de que sim, é possível encontrar um entendimento com maior esforço por parte todos”, adianta.
Para o diplomata angolano, a outra prioridade é manter em território guineense a força da ECOMIB, a missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental de manutenção da paz na Guiné-Bissau.
Martins destacou o contributo da missão regional para criar condições para a dignidade na reforma das forças de segurança e “evitar situações vividas nos outros anos”.
O diplomata disse haver a necessidade de adaptar as tarefas do Escritório da ONU de Estabilização da Guiné-Bissau, UNIOGBIS, ao cenário actual. Este Março, a operação iniciou um novo mandato de um ano no país.
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O Secretário de Estado do Ambiente alertou, ontem, quarta-feira, que a zona marinha costeira que constitui a grande região da convenção de Abidjan assim como as suas bacias hidrográficas estão expostas a grandes riscos.
Seco Cassamá, que falava na abertura dos trabalhos do seminário regional sobre os instrumentos de avaliação do valor económico dos ecossistemas, afirma que “actividades antrópicas inadequadas tais como a agricultura, a indústria, o turismo, as actividades mineiras e petrolífero estão a ter efeitos nefastos ao nível das zonas costeiras e marinhas”.
“É importante nestas condições dotar os nossos países de políticas, estratégias e plano de acção para fazer face a estes actos nefastos de forma coordenada e inteligente permitindo assim criar condições para um desenvolvimento sustentável dos nossos países", defende.
Este responsável defende ainda uma luta sem tréguas contra todas as formas de degradação das zonas económicas exclusivas para o bem-estar dos mais de 300 milhões de habitantes que fazem parte da convenção de Abidjan.
“A vida da maioria destas habitantes e o seu bem-estar em geral depende directamente dos recursos existentes nestas zonas costeiras e marítimas”, afirma.
Na mesma ocasião o representante da UICN, Nelson Dias, fala na importância de incluir “o conceito de ambiente em todas as fases da planificação nacional e ter a certeza de que estão a falar a mesma linguagem”.
A Guiné-Bissau faz parte dos 22 países signatários da Convenção de Abidjan, cujas acções de reforço de capacidades.
O seminário ora organizado pela Secretaria de Estado do Ambiente, que começou ontem, em Bissau, decorre até o próximo dia 06 de Março, com o propósito de dotar aos participantes e aos agentes responsáveis da Contabilidade Pública de instrumentos e métodos que permitam avaliar periodicamente o valor económico dos ecossistemas nos respectivos países.
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O Presidente da Republica (PR) manteve encontros, esta quinta-feira, com o Conselho Superior Islâmico e com o Conselho Nacional Islâmico…
Em cima da mesa estava a situação política que persiste desde Agosto do ano passado com o epicentro no parlamento.
Á saída do encontro Siradju Bari, em nome da Comunidade Islâmica, afirma que José Mário Vaz garantiu ao grupo que dentro em breve haverá consensos entre as partes.
Ontem, no encontro do Conselho de Segurança das Nações Unidas foi discutida a situação política guineense. Entretanto, Miguel Trovoada, representante da ONU na Guiné-Bissau afirma que “a crise tem potencial de criar maiores prejuízos nas já frágeis instituições de Estado e em todo o processo de manutenção da paz”.
Ele defende que se essas instituições da República e PAIGC adoptassem um pacto de estabilidade, esse poderia ser um ponto de partida para criar condições para o fim da instabilidade no país.
O Presidente da Republica deve retomar em breve os encontros entre as partes desavindas neste processo.
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