SÃO MÁXIMO
Bispo de Jerusalém, São Máximo foi perseguido pelos romanos por ser Cristão. Foi preso, julgado e torturado. Teve seu olho direito arrancado e seu pé esquerdo mutilado, vindo a falecer em 350.
São Máximo, o Confessor, nasceu em Constantinopla próximo do ano 580. Depois de haver recebido uma esmerada educação civil e religiosa, ocupou um alto cargo estatal que abandonou no ano 630 para tornar-se monge. No início, combateu o monofisismo; mais tarde, dedicou todas as suas energias contra a heresia monotelita.
Participou em numerosos sínodos africanos e tomou parte ativa no concílio de Latrão no ano 649 que condenou o monotelismo junto com os patriarcas que o haviam favorecido.
Em seu regresso à Constantinopla, foi arrastado por ordem do imperador Constante II, torturado e desterrado. Morreu no exílio em 13 de agosto do ano 662. São Máximo escreveu numerosos escritos teológicos, exegéticos e éticos. É ainda atribuído a ele uma Vida de Maria, recentemente descoberta em tradução georgiana do século XI.
Sua data faz dela a mais antiga biografia (Vida) da Virgem que chegou até nós. Junto aos pontos fundamentais do dogma mariano, o autor destaca a profundidíssima união de Maria Santíssima com seu Filho e Deus, em todos os momentos de sua vida, mesmo depois de sua Ascensão ao Céu.

