PELA PRIMEIRA VEZ OS MEMBROS DO BUREAU E LÍDERES DAS COMISSÕES TÉCNICAS DA CAMARA CONSULAR REGIONAL DA UEMOA REUNIRAM EM BISSAU.

O governo de Iniciativa Presidencial reconheceu, hoje, que o Sector Privado assegura cerca de 90% dos empregos nos países em desenvolvimento, e em particular nos estados membros da União Económica e Monetária da Oeste Africana (UEMOA).

“O sector privado assegura cerca de 90% do emprego de nossos países em desenvolvimento em geral e, mais particularmente nos nossos estados membros”, reconheceu Aly Hijazi, ministro da Administração Pública, Emprego, Formação Profissional e Segurança Social, em representação do ministro do Comércio, na abertura da Primeira Reunião do Bureau da Câmara Consular Regional (CCR) da UEMOA, a decorrer entre hoje e amanhã em Bissau.

Aly Hijazi afirma ainda que, as empresas privadas e as suas actividades lucrativas fornecem bens e serviços essenciais para melhorar a vida das pessoas, geram receitas fiscais internas e são essenciais para estimular o crescimento económico de qualquer um dos nossos países. "Este é o esforço para parabenizar e incentivar todos os empreendedores do nosso espaço comunitário em sua busca pela excelência e inovação”.

O governante pede por outro lado, “a CCR-UEMOA deve envolver-se cada vez mais em ações e projetos, que contribuam para o reforço das capacidades dos atores económicos, para que sejam capazes de fazer face a globalização, especialmente com a entrada em vigor da Zona do Comércio Livre do Continente Africano. Ao longo dos últimos anos temos assistido o grande desafio, mas também o êxito notáveis da vossa busca para reforçar a integração regional e

No entanto, o presidente da Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviço, Mama Samba Embaló, mostrou-se convencido de que o desenvolvimento sustentável dos países membros e da sub-região- depende de um setor privado robusto e inovador.

“Estamos convencidos do que o desenvolvimento sustentável dos nossos países e da nossa sub-região depende de um setor privado robusto e inovador, os desafios que enfrentamos são muito mas, não são intransponíveis, a livre circulação de pessoas e bens e serviços, a redução das barreiras comerciais e reforços das capacidades das empresas são as áreas onde devemos concentrar os nossos esforços. Estou confiante de que através da nossa colaboração estreita e da nossa determinação sopramos estes obstáculos e criaremos um ambiente propícios e propriedade económico”.    

Guiné-Bissau precisa de acelerar as suas reformas

Entretanto, a presidente da Assembleia-geral da Câmara Consular Regional da União Económica e Monetária Oeste Africana Helena Nosolini Embaló disse, que a Guiné-Bissau precisa de acelerar as suas reformas em várias frentes.

“A Guiné-Bissau precisa de acelerar as reformas, as reformas em várias frentes, quando nós falarmos da zona de livre comércio tem vantagens, muitas vantagens porque nós temos um país, o nosso mercado é exíguo [limitado], além de ser exíguo a nossa industrialização é praticamente incipiente [inicial] e há portanto muitas frentes relativamente às quais temos que trabalhar, temos que criar o ambiente de negócios muito mais atractivo, porque nós sabemos as dificuldades que temos a nível do investimento, precisamos de atrair o investimento estrangeiro ou mesmo comunitário e para isso, temos que criar as condições para que as empresas possam vir a investir no país. O investimento estrangeiro implica a estabilidade macroeconómica isso temos porque, estamos numa união monetária que nos dá a esta estabilidade macroeconómica mas também precisamos de uma estabilidade política governativa, isso é fundamental”.  

Helena Nosolini Embaló falava aos jornalistas à margem de abertura da Primeira Reunião do Bureau da Câmara Consular Regional da UEMOA, a decorrer em Bissau, na qual está responsável afirmou por outro lado que é preciso criar as condições para que as empresas estrangeiras possam investir no país.

Durante dois dias da reunião, os membros do Bureau e líderes das Comissões Técnicas, vão discutir a implementação do Plano de Ação 2024 e fortalecer a Cooperação Comercial na Região da África Ocidental

A Guiné-Bissau alcançou um marco histórico em maio último, ao assumir pela primeira vez a presidência da Assembleia-geral da Câmara Consular Regional da União Económica e Monetária do Oeste Africano, com a eleição por unanimidade da Helena Nosolini Embaló, antiga ministra da Economia e Integração Regional.

 

Por: Braima Sigá

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