Biodiversidade: GOVERNO QUER REFORÇAR LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PARA GARANTIR PROTECÇÃO EFICAZ DAS ZONAS HÚMIDAS
O governo anuncia que está comprometido em avançar com reforço da legislação ambiental para garantir uma protecção mais eficaz das zonas húmidas e dos seus recursos.
Viriato Cassamá sustenta ainda que o governo pretende estudar estratégias para fomentar o ecoturismo como uma alternativa viável para gerar renda e empregos.
Igualmente falou da promoção de parcerias estratégicas com as organizações internacionais, o sector privado e a sociedade civil, para mobılızar recursos e conhecimentos que apoiem a conservação e o uso sustentável desses ecossistemas.
A integração das zonas húmidas nas políticas de desenvolvimento nacional, reconhecendo o seu valor económico, social e ambiental para o país e o fomento do ecoturismo, como uma alternativa viável para gerar renda e empregos, enquanto se preserva a integridade destes ecossistemas, são um dos pontos evocados por Viriato Cassamá.
Em 2 de fevereiro comemora-se o Dia Mundial das Zonas Húmidas. O tema da campanha deste ano "Protegendo as zonas húmidas para o nosso futuro comum", busca alertar a sociedade para a valorização e proteção desses ecossistemas.
Entretanto, o ministro do ambiente, Viriato Cassamá, alerta que a protecção das zonas húmidas é uma responsabilidade colectiva, sendo que “as zonas húmidas são o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro”, essenciais para a sobrevivência das gerações actuais e futuras, e para a manutenção da riqueza natural.
“Neste Dia Mundial das Zonas Húmidas, convido todos a unirem-se a nós nesta causa nobre Vamos trabalhar juntos para proteger, valorizar e celebrar as nossas zonas húmidas, garantindo que elas continuem a ser um legado vivo e vibrante para a Guiné-Bissau e para o mundo”, pede o ministro do ambiente.
O Dia Mundial das Zonas Húmidas decorre da Convenção Ramsar, assinada em 1971 que entrou em vigor desde 1975, visando promover a cooperação internacional e incentivar as ações nacionais no sentido de promover uma gestão racional e sustentável das zonas húmidas.
Apesar de vários alertas, no país ainda faltam concretização de estratégias para a preservação das zonas húmidas, sendo que várias construções estão a ser feitas nas zonas húmidas contrariando tudo aquilo que é uma política governamental para o efeito e este facto acontece aos olhos de quem realmente tem a responsabilidade sobre o caso.
Por: Braima Sigá
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