ANCA QUER MELHORAR A QUALIDADE DA CASTANHA DE CAJÚ
A Agência Nacional de Caju da Guiné-Bissau (ANCA) garante que o país já está em condições de exportar castanha de Caju em melhores qualidades.
As garantias foram dadas, esta sexta-feira, pelo presidente da agencia no ato de inauguração do laboratório de análise de qualidades de castanha de caju.
Caustar Dafá assegurou que, com o novo equipamento, a Guiné- Bissau vai estar à altura de cumprir com novas exigências mundiais sobre qualidade de castanha de caju, incluindo na melhoria da performance do aspecto comercial e a credibilidade dos parceiros.
“Hoje é uma exigência mundial sobre a qualidade de qualquer produto, ainda mais por um produto de maior performance ao aspecto económico do país, qualquer falha no aspecto de qualidade ficaremos muito mal e poderemos ser bloqueados e não poderemos comercializar a castanha”, explica.
O Presidente da agência garantiu que até ao momento o país conseguiu exportar duzentas e vinte e três mil toneladas da castanha de caju e “é uma coisa nunca vista”.
A Agencia Nacional de Castanha de Caju inaugurou, hoje, o seu laboratório da análise de qualidades da castanha de caju, uma importante fonte de rendimento no país.
Na última campanha o preço mínimo por quilograma foi fixado nos 360 francos cfa e foi contestado por organizações que intervêm no sector.
Por: Diana Vaz
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