GUARDAS PRISIONAIS EM GREVE EXIGEM MELHORES CONDIÇÕES LABORAIS
O sindicato de corpo da guarda prisional do país considerou esta quarta-feira (15-12 21), de grave a atual situação em que se encontram os serviços penitenciários da Guiné-Bissau.
A consideração da organização foi feita aos jornalistas pelo seu porta-voz, durante o esclarecimento da situação laboral dos funcionários nos diferentes centros prisionais do país, numa altura em que começou a greve dos guardas prisionais do país.
Alfucene Sane lamenta a forma como são encaradas as situações dos serviços penitenciários do país, e por isso considera de grave a situação.
“Desde dois mil e dez que estamos sem fardamentos, e centros prisionais estão sem viaturas para diligências”, denuncia.
A Guiné-Bissau conta atualmente com três centros prisionais, nomeadamente, Bissau, Bafatá e Mansoa.
Questionado sobre atual situação das selas, Alfucene Sane denuncia ainda que, neste momento os serviços prisionais do país estão sem camas para os reclusos.
“Temos presos nos três centros prisionais a dormirem no Chão”, lamenta o sindicalista.
Há mais de dez anos que foram criados os serviços penitenciários do país.
Nesta quarta-feira (15-12-2021) inicia e com a duração de três dias a greve nos diferentes serviços prisionais do país, para exigir as melhorias de condições laborais e das selas dos diferentes centros prisionais da Guiné-Bissau.
Por: Ussumane Mané
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