GREVE DA FRENTE SOCIAL AFETA ESCOLAS PÚBLICAS E ENQUANTO ISSO SINDICATOS E GOVERNO AINDA NÃO CHEGAM AO ACORDO

 
O Diretor do Liceu Rui Barcelos Cunha manifesta-se preocupado com as sucessivas vagas de greve que se registam no sector da educação, sobre qual exorta o Ministério da Educação a ser flexível e negociar com o sindicato que representa a classe docente.

A preocupação do Isidro Anastácio Martins foi registrada hoje, durante uma ronda que a RSM fez as três maiores Liceus Públicos do país, nomeadamente Liceu Nacional Kwame N´Krumah, Agostinho Neto, e Rui Barcelos Cunha, para constatar o impacto do segundo dia da greve no sector da educação, convocada pela Frente Social que engloba o sector da Educação e da Saúde.

Isidro Anastácio Martins pede ao Ministério da Educação que seja flexível nas negociações com o sindicato a fim de evitar uma possível terceira vaga.

“Peço ao Ministério da tutela a ser flexível nas negociações quanto ao assunto para que a próxima semana não seja afetada, também quero pedir colaboração das comunicações sociais como os informantes da opinião pública na busca de um entendimento neste sector” exortou Isidro Anastácio Martins Diretor do Liceu Rui Barcelos Cunha.

Durante a ronda feita por esta estação emissora católica da Guiné-Bissau aos referidos três liceus públicos do país, no liceu Rui Barcelos Cunha, das 42 salas de aulas só funcionava uma, ao passo que no Liceu Agostinho Neto, nenhuma sala estava a funcionar, ao contrário do Liceu Nacional Kwame N´Krumah que estava a funcionar a meio gás.

Sobre esta paralisação, a RSM falou com o presidente da Associação dos Alunos de Kwame N´Krumah e Agostinho Neto, que lamentaram mais esta paralisação de três dias.

“Confirmo com toda letra de que a greve convocada pela frente social está afetar seriamente na nossa escola Liceu Nacional Agostinho Neto, que no futuro poderá provocar grave consequências na nossa vida assim como no país, temos Senegal onde as aulas funcionam 100% e a que tudo a contrário” criticaram os alunos do liceu Nacional Kwame N´Krumah e Agostinho Neto.

Entretanto, numa entrevista à RSM, o porta-voz da Frente Social, Yoio João Correia, anunciou que foram convocados pelo governo para negociar a situação da greve que deve terminar amanhã.

“Ontem fomos comunicados através do nosso presidente da comissão Alfredo Biague através da função pública para uma negociação, e esperamos que o encontro vai ser produtivo para poder evitar a consumação da greve amanhã e futura nova vaga” 

De recordar que os pontos que estão a ser exigidos pela Frente Social constam dos pagamentos das dívidas dos professores de novos ingressos e melhoria das condições laborais.

Por: Turé da Silva   

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