Suspensão contratações nas areas sociais: SINDICATOS QUEREM SUSPENSAO DE SUBSÍDIOS MILIONÁRIOS DOS DIRIGENTES POLÍTICOS

A organização “frente Comum” dos professores quer que os responsáveis políticos do país suspendam os seus subsídios milionários e os números de conselheiros como forma de estancar as despesas na administração pública, que foram usadas para proibir entradas nas áreas de saúde e educação.

A opinião da organização que congrega o SINDEPROF e FREPAROF foi ouvida, hoje, durante uma conferência conjunta entre os técnicos de saúde e da educação que visa falar da decisão do governo em suspender novas contratações nas áreas da educação e saúde.

Sene Djassi, porta-voz da frente comum, acusa as autoridades políticas de serem os mais corruptos no país e por isso, segundo disse, seria melhor cortar as suas mordomias milionárias porque os técnicos de saúde e de educação não ganham o merecido salário.

Em nome dos técnicos da área da saúde, Ioiô João Correia, acusam as autoridades do país de não terem em conta as necessidades de cobertura nos hospitais e centros de saúde do país.

Na mesma ocaisão, a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) acusa as autoridades guineenses de usar os funcionários guineenses como descartáveis.

O porta-voz da UNTG, Yasser Turé, diz que o pretexto usado pelo governo visa contrair mais dúvidas exteriores em novo do povo guineense. Ele diz que as estatísticas demostram que atualmente existe um técnico por mil habitantes.

Yasser diz ainda que as autoridades governativas não zelam pelo futuro do país. Ele diz que os funcionários devem sentir-se maus valorizados. A UNTG diz que as autoridades estão a usar estratégias para limitar os direitos laborais.

O governo ordenou a suspensão dos trabalhos de todos os técnicos de saúde ainda sem vínculo com o Estado. Esta mesma medida afeta também o setor da educação.

Além de persistir na ideia, a decisão foi criticada tanto pelos alunos, pais e encarregados da educação, analistas e organizações da sociedade civil.

Desde que o ministério da saúde publicar a decisão de suspensão, o impacto da medida está a ser sentido nas comunidades, principalmente do interior do país. Por exemplo, em Canchungo, o responsável do maior centro hospital local “Bacar Mané”, disse que é preciso que o governo tome alguma medida, porque estão com esfalque do pessoal.

 

Por: Diana Bacurim / Rádio Sol Mansi

Imagem: Internet

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