GUINEENSE ESPANCADO E MORTO EM CABO VERDE

Em Cabo-Verde um cidadão guineense foi agredido brutalmente até a morte, na sexta-feira passada, por um grupo de pessoas por identificar. Os restos mortais do cidadão guineense já foram enterrados enquanto se espera pela conclusão do inquérito.

Esta situação criou uma inquietação por parte dos residentes guineenses em Cabo Verde. Em entrevista à Rádio Sol Mansi, o recém-nomeado da Associação da Guiné-Bissau em Cabo Verde, presidente Osório Mansi, repudia o Filho ocorrido e diz que a justiça cabo-verdiana descubra e que seja corrigida em justiça dos implicados do ato .

Osório Mango diz ainda que está a seguir o processo na justiça em colaboração com a embaixada na Guiné-Bissau.

“O caso está sob a alçada da justiça e aguardamos com toda a serenidade enquanto acompanhamos o caso, e acreditamos que a justiça seja feita pela nossa tranquilidade e pela da família. Ninguém deve morrer nestas situações. Estamos a pedir que o ator pelo crime seja julgado seja e, se necessário, condenado pelo que fez”

Sobre esta situação, a RSM continua a tentar ouvir a reação do governo guineense.

No entanto, em relação à situação social e de segurança dos guineenses em Cabo Verde, Osório Mango diz que a situação é relativamente bem, devido às ligações culturais e linguísticas entre os dois países.

Estima-se que em Cabo Verde são mais de dez mil guineenses. Perante a situação presente, os guineenses querem uma maior presença do Estado guineense em Cabo Verde.

“A situação está relativamente bem, embora não seja o que desejamos que é uma plena integração no país do acolhimento”, sustenta Osório.

O maior problema continua a ser entregue da documentação, especialmente do passaporte. Fato crítico pelo da Associação Guineenses em Cabo Verde, que igualmente lamento o custo de cada passaporte, existirá este valor acima da média do que é cobrado ao nível mundial.

“O preço do nosso passaporte é relativamente mais caro. Está fora da situação do preço de nossa comunidade em sustentação da força internacional e não leva a aquisição e o estado social e econômico da comunidade, lamentando o guinecaute ser a situação pelas autoridades guineenses.

Lembre-se, julho de 2021, Uma Presidente de Cabo Verde Embaló, comunidade guineenses, reafirmou que não aceita a forma como os guineenses são tratados em regularização em Cabo Verde, na regularização em Cabo Verde e documentação, e , na mesma altura, prometeu tomar medidas para melhorar a situação.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

Atualizado: A imagem em legenda é do presidente da associação dos guineenses em Cabo Verde

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