FRENTE SOCIAL ENTREGA CADERNO REIVINDICATIVO E CONDICIONA NOVO ANO LETIVO

A Frente Social - que engloba o SINDEPROF, FRENAPROFE (sindicatos do setor educativo), o SINTESA E SINQUASS (da área de saúde) - já entregou um caderno reivindicativo ao governo que poderá comprometer o funcionamento do próximo ano letivo 2022/2023.
No caderno reivindicativo entregue aos ministros da Função Pública e da Saúde, os 4 sindicatos que se unificaram e criarem uma única frente de luta, dizem que a decisão ora tomada, foi porque observou-se o incumprimento das exigências feitas durante todo o ciclo de paralização e manifestações realizadas pela UNTG no ano passado.
No caderno reivindicativo, e na parte que concerne à educação, a frente social exige, entre outros, a resolução na íntegra das irregularidades provenientes da aplicação do Estatuto da Carreira Docente; o pagamento dos professores de novos ingressos e dos contratados último ano letivo.
A conclusão de pagamento de retroativos aos professores reclassificados que saíram nos diferentes anos de formação; a reativação das comissões de estudos nas escolas mediante a criação de um subsídio para o efeito; a extinção do regime de autogestão nas escolas públicas e a nomeação dos diretores das escolas públicas mediante o concurso público, são entre outros pontos constados no caderno reivindicativo.
Por outro lado, a frente social exige ainda do patronato, a melhoria das condições de trabalho aos professores assim como a reabilitação das salas de aulas.
No que se refere ao setor da educação, a frente social exige a efetivação dos novos ingressos suspensos, os processos, segundo a nota, encontram-se no Ministério das Finanças e consequente exclusão destes técnicos no processo de recenseamento dos funcionários públicos; a efetivação dos profissionais de saúde colocados no ano 2014/2015 e a aprovação pelo conselho de ministros da proposta de carreira dos profissionais de diagnostico e terapêutico.
Além do pagamento de salários e dos subsídios aos técnicos de saúde, a Frente Social exige a melhoria das condições laborais e para isso exigem ainda que seja feito um trabalho profundo de levantamento das reais necessidades do sistema de saúde.
Apesar da entrega do caderno reivindicativo feito em concordância, a frente social mostra-se aberto a negociar com o governo.
A social é uma organização que engloba os sindicatos do setor da educação (SINDEPROF, FRENAPROFE) frente da saúde (SINTESA E SINQUASS) que anunciam um pacto de coordenação das necessidades.
O pacto foi assinado depois do governo, através do conselho de ministro, decidiu fechar entradas na função pública, relativamente nos setores da saúde. Na sequência desta medida, o ministério da saúde produziu um despacho que esteve na origem da substituição das tarefas de mais de técnicos nos centros de saúde e hospitais do país.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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