A Guiné-Bissau comemora, hoje (20 de Janeiro de 2021), o dia dos heróis nacionais, lembrando assim o assassinato do líder e fundador das nacionalidades guineense e cabo-verdiana, Amílcar Lopes Cabral.

Amílcar Cabral um líder guineense assassinado, em Conacri, já na fase final da luta pela libertação nacional. Ele foi um dos fundadores do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

No seu último discurso em 1973, semanas antes da sua morte, Amílcar Cabral chamou atenção sobre as prioridades do âmbito politica que dever seguida. Ele sempre pensou sempre na igualdade do género.

Este ano, para lembrar a data o Presidente da república, Umaro Sissoco Embalo e Jorge Carlos Fonseca de Cabo-verde, depositaram, na fortaleza de Amura, corroa de flores na campa do fundador das duas nacionalidades, Amílcar Lopes Cabral.

Após as deposições das coroas de flores na campa do ideólogo e nas campas das outras figuras da luta da libertação, os dois chefes de Estados efectuaram visita no mausoléu do estado-maior das forças armadas.

Em declaração aos jornalistas, Umaro Sissoco Embalo diz que “isso é para testemunhar os laços que unem dois povos que fizeram a mesma luta da libertação da Guiné] e Cabo-verde”.

Já o presidente cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca diz que a sua presença é “uma homenagem especial que o Estado cabo-verdiano, através do seu presidente da Republica, presta a Amílcar Cabral e a todos os heróis nacionais guineenses”, lembrando também heróis nacionais de Caboverde que protagonizaram a luta da libertação nacional dos dois países

A 20 de Janeiro de 1973 foi assassinado em Conacri Amílcar Cabral.

Quarenta e oito anos depois, o dia dos Heróis Nacionais, este ano foi assinalado na Guiné-Bissau com a deposição da coroa de flores dos dois chefes de Estados da Guiné-Bissau e Caboverde, num contesto da pandemia da Covid-19.

Dantes o dia era marcado tanto na Guiné-Bissau e em Caboverde com cerimónias, conferências e marchas. A 20 de Janeiro de 1973 foi assassinado, em Conacri, Amílcar Cabral.

 

Por: Braima Sigá

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