10
Nov
2015

 

Durante a cerimónia de abertura, o Diretor da reforma das Finanças Públicas, igualmente chefe de gabinete do Ministro das Finanças, Carlos Pinto disse que na Guiné-Bissau "as dificuldades de ligação marítima, aérea e os custos elevados de fretes marítimos, terrestres e aéreos, constituem uma das principais barreiras para o desenvolvimento das trocas comerciais com a região, penalizando assim, grandemente, as populações que poderiam beneficiar dos produtos a baixo custo produzidos no espaço da CEDEAO". Por essa razão, explicou que é objetivo da ação de sensibilização, mudar o cenário vigente.

Num olhar sobre a fraca participação das trocas intra-comunitárias no âmbito geral das trocas comerciais, Pinto disse que é devido em parte à persistência das "barreiras tarifárias e não-tarifárias informais e à falta de informação, formação e sensibilização dos principais atores encarregues da aplicação dos instrumentos comunitários", em referência aos aduaneiros e utentes do sector privado.

Sobre a não aplicação da tarifa exterior comum da CEDEAO no país, que entrou em vigor desde 1 de janeiro, Carlos Pinto prometeu que a Guiné-Bissau "tudo fará para que a sua implementação efetiva seja em 2016". 

A Tarifa Exterior Comum da CEDEAO tem como objetivo a promoção da cooperação e integração na perspetiva de uma união aduaneira, a fim de criar um mercado comum com vista à implementação de uma política comercial comum em relação aos países terceiros e reforçar as relações comerciais entre os estados membros.

 

 

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più