O governo de Nuno Nabiam reafirma que as medidas que permitem a circulação dos transportes públicos sobretudo táxis e toca-tocas, devem ser acompanhadas com uso de mascaras obrigatório e ainda com medidas de distanciamento social.
Hoje, o governo promoveu um encontro com os jornalistas, onde se falou da regulamentação da nova vaga do estado de emergência que já começou a ser implementado no país desde as 00h00 de hoje e vai até o dia 10 de Junho.
Mamadu Serifo Djaquité o porta-voz do governo explica que as pessoas não devem movimentar fora da sua área geográfica. Em caso de desobediência o governo disse que será considerado de perturbação social
O também ministro da Presidência e de Conselho dos Ministros, Mamadu Djaquité, disse que o horário de circulação foi aumentado para até 18 horas. Mas, apesar disso o governo disse que a partir das 17 horas todos os estabelecimentos devem fechar. A mesma medida continua a proibir a aglomeração nas actividades desportiva.
A campanha da comercialização e exportação de castanha de caju deve igualmente cumprir as regras impostas.
Em relação a cobrança de multa de cinco mil (5000) francos CFA a quem não utiliza a mascara nas vias públicas ou no lugar de aglomeração, Djaquité disse que ninguém pode sustentar que o governo tem que dar mascara a toda população guineense e quem não tem a marcara é convém que fique em casa.
Ontem, o governo anunciou várias medidas a serem seguidas nesta implementação do quarto estado de emergência consecutivo. A medida inclui a permissão de circulação das viaturas públicas e privadas, a abertura dos mercados e estabelecimentos comerciais até 6 horas da tarde.
Ainda o governo anuncia que são permitidas entrada e saída de pessoas dentro do território nacional. Apesar disso, os populares guineenses não devem sair das suas zonas geográficas.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá