O sindicato de base da Câmara Municipal de Bissau (CMB) iniciou hoje (25 de Junho), uma paralisação de três dias, para exigir o pagamento de salário de dois meses e melhoria de condições laborais.

Falando aos jornalistas, o porta-voz da comissão negocial da referida greve, Agostinho Monteiro, disse que a greve visa reivindicar varias irregularidades nos serviços da Câmara.

“ Estão na base da nossa reivindicação, pagamento de dois meses de salário ou seja, os meses de Maio e Junho, implementação de reajuste salarial, melhoria de condição de trabalho, cartão de segurança social para todos os trabalhadores da Câmara”, diz para depois realçar que, “ marcamos três dias de paralisação, mas podemos constatar que nas primeiras horas, houve uma alta adesão e podemos considerar que atingimos os 95% de adesão”, considerou Agostinho Monteiro.

Por outro lado, disse que as eventuais consequências desta greve serão da inteira responsabilidade do governo. “As consequências desta greve são do patronato. O trabalhador reivindica o seu direito, reivindica o seu salário trabalhou durante trinta dias tem direito para receber o seu salário. Na verdade é isso que estamos a reclamar. Um trabalhador tem que ser dignificado no seu trabalho do dia-a-dia”.

Entretanto, manifestou-se esperançado que o patronato cumpra com o exigido pelo sindicato. “Esperamos que haja boa-fé, o patronato vai cumprir com aquela mínima exigência do sindicato que não é nada do outro mundo. O sindicato tem que andar de mãos dadas com o patronato aliás”, aconselhou.

Por: Quina Nhaté/ redacção

 

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