“PRESIDENCIA GUINEENSE DA CPLP ABRE NOVO CAPÍTULO PARA FUTURO DA COMUNIDADE”, disse Vila Nova
O presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, disse, hoje em Bissau, que ao assumir a presidência rotativa da CPLP, em 2023 sabia, que os desafios pela frente não seriam facilmente superados, num mundo marcado por rápidas transformações.
O presidente cessante do bloco lusófono falava nesta sexta-feira em Bissau (18 de julho), durante a abertura da XV Cimeira dos chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa realizada esta sexta-feira em Bissau.
Segundo Carlos Vila Nova, a presidência rotativa da CPLP assumida há dois anos pelo São Tomé e Príncipe procurou convergir perante os desafios da rápida transformação mundial, com foco no reforço da coesão interna, na valorização da mobilidade e da cidadania, na promoção da língua portuguesa e de aprofundamento da solidariedade dos povos lusófonos.
“Ao assumir a presidência da CPLP em 2023 sabíamos que os desafios a nossa frente não seriam facilmente superados”, reconheceu o Chefe de Estado São-tomense, que durante a sua declaração destacou que num mundo marcado por rápidas transformações, crises multidimensionais e por incertezas geopolíticas, seria necessário garantir que a CPLP se mantivesse firme nos seus propósitos, ativa nas suas ações e unida nos seus princípios.
A XV Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da comunidade dos países lusófonos está a decorrer sob o lema: "A CPLP e a Soberania Alimentar, um Caminho para o Desenvolvimento Sustentável". No entanto, o presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, entende que a presidência guineense no bloco lusófono abre agora um novo capitólio que convoca os líderes da CPLP a um debate central para o presente e futuro das suas comunidades.
“Abre-se agora um novo capítulo que nos convoca a um debate central para o presente e futuro dos nossos povos”, afirmou.
A Cimeira que marcou a transição da presidência da comunidade de São Tomé e Príncipe para a Guiné-Bissau, ficou marcada pela ausência do presidente português e do seu primeiro-ministro pela primeira vez numa cimeira da CPLP.
Também ausentaram os presidentes de Angola, do Brasil e da Guné-Equatorial, este último foi representado pelo primeiro-ministro.
Por: Braima Siga
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