Guiné-Bissau é o país lusófono com menor avanço no cumprimento dos Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número sete (07) dedicado ao acesso a energia moderna. Meta a ser atingida pelos países até 2030

Anúncio feita, esta quarta-feira (06), pelo representante especial adjunto do secretário-geral da ONU no país, David Karr, durante lançamento do relatório 2017 da Conferencia das Nações Unidas sobre Comercio e Desenvolvimento nos Países Menos Avançados.

De acordo ainda com o diplomata adjunto da ONU na Guiné-Bissau, 62% da população que vive nos Países Menos Avançado (PMA) não têm acesso a electricidade em comparação com os 10% em países desenvolvidos.

“82% das pessoas que vivem nas zonas rurais do PMA não têm acesso à eletricidade. Na Guiné-Bissau cerca de 73% da população não tem acesso à electricidade, sendo a maior taxa no PMA de língua portuguesa”, reforça.

Estima-se que todos os PMAs tenham acesso universal a eletricidade até 2030 seja preciso um investimento entre 12 a 40 biliões de dólares americanos por ano em energia.

O relatório apresentado é dedicado ao tema: “Acesso Transformacional a Energia”. As suas recomendações são críticas para alcance da agenda da União Africana (UA) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, na qual David Karr destacou quatro das principais mensagens do relatório.

“Para alcançar o acesso universal à energia, os PMA devem ir além da satisfação das necessidades domésticas de base e almejar os usos produtivos da energia; o acesso à energia para transformação económica exige serviços energéticos de qualidade; o anexo da energia- transformação é essencial ao desenvolvimento e ao cumprimento do ODS 7 nos PMA e o acesso à energia para a transformação económica é crucial para o desenvolvimento rural nos PMA”, explica.

De acordo com o relatório, para garantir o acesso a energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos, é fundamental que os três pilares do desenvolvimento sustentável, nomeadamente, os pilares económico, social e ambiental.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Siga

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