O Ministro da Justiça defendeu, hoje (15), a união entre a classe política para o bem-estar da população, “porque há muito trabalho para fazer no país”

O governante defendeu esta ideia após as formalidades de assinatura do memorando de entendimento, entre o Ministério da Justiça e a Plan Internacional, que visa financiar a campanha de Registo Civil nas regiões de Bafatá e Gabu, leste do país.

Fernando Mendonça elogiou por outro lado a prontidão da Plan Internacional, no acompanhamento dos objectivos traçados no programa do executivo recentemente aprovado na casa do povo.

“Ter um parceiro como Plan Internacional que se prontificou imediatamente acompanhar na realização dos objectivos traçados no programa do governo, é de facto um privilégio”, elogiou para depois defender que “as acções são muitas, há muitos trabalhos a fazer e se nós todos nos engajamos esquecendo que isto é legal ou ilegal e se todos nós unirmos a volta dos objectivos essências do desenvolvimento, o país só terá a ganhar. As querelas políticas podem continuar, mas não podemos nos desviar daquilo que é o essencial para a nossa população”.

Aos técnicos ligado ao projecto do registo civil, o ministro lhes fez saber que não há razão para falhar “uma vez que já têm as vossas disposições os meios financeiros e logísticos e não é só em termo do registo como diz a representante, há todo um combate que se deve fazer a Mutilação Genital Feminina (MGF), há todo um combate para fazer para acabar com o casamento precoce”.

Já a representante residente da Plan Internacional, Amelie Soukossi Hessou, aponta as duas principais razões do acordo da parceria entre a Plan Internacional e o mi Mistério da Justiça.

“Plan internacional é uma organização de protecção e de defesa de direitos das crianças. No campo dos direitos, ele tem uma linha com o ministério da justiça e em todos os países do mundo onde plan trabalha, temos um acordo de parceria com o ministério da justiça por duas razões: primeiro, é que somos uma organização dos direitos dos homens e especificamente dos direitos das crianças. Trabalhamos para que o direito a educação, direito a saúde e protecção e o bem-estar das crianças sejam respeitadas. E para isso, trabalhamos para que todas as intervenções nos países priorizem os direitos das crianças e em parceria com todas as instituições dos países que tenham também esta missão”, acrescentando de seguida que “a segunda razão, é que precisa-se alinhar com as estratégias nacionais ao nível do departamento sectorial. Não podemos fazer intervenções que desconectem com as prioridades do ministério sectorial com o qual trabalhamos”.  

O memorando do entendimento entre a Plan e o ministério da Justiça visa financiar a Campanha de Registo Civil nas regiões de Bafatá e Gabu e ainda a segunda adenda de acção de parceria entre as duas instituições

Por Braima Sigá

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