Director-geral da Planificação Agrária admitiu esta terça-feira (22 de Maio) que a invasão da lagarta legionária do outono em milhos e outras culturas, tem a ver com ausência das medidas de combates a estas infestações.

Mário Reis falava no ato da entrega pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura FAO dos kits à Direcção dos Serviços de Protecção Vegetal, no âmbito do projecto de luta contra à invasão da lagarta legionária de outono na Guiné-Bissau, financiado pelo BAD.

“Desde início da campanha agrícola 2017 a Guiné-Bissau enfrenta uma invasão da lagarta outono em milho e outras culturas causando danos significativos divido ausência de medidas de combate a estas infestações. A falta de capacidade dos nossos serviços de apoio técnico, anteviu o impacto negativo não só nos meios de subsistências dos agricultores da Guiné-Bissau, mas também na sua capacidade futura para fazer face as suas necessidades nutricionais alimentares e até consideráveis de proteger os principais meios de subsistência e resistir aos eventuais choques. A situação requeria que sejam tomadas medidas urgente tanto com recursos internas e externas”, afirma.

Na mesma ocasião a representante residente da FAO em Bissau, Yannick Rasoarimanana, anunciou que esta semana começarão a distribuição das materiais e insumos aos agricultores vítimas da invasão da lagarta legionária.

“O apoio da FAO á para os agricultores que perderam os seus cultivos no ano passado na sequência da invasão desta praga, de igual modo a brigada fitossanitária e aos facilitadores das escolas de campo responsáveis por identificar e recomendar aos agricultores os métodos locais alternativos de controlo da CLA. A FAO, em coordenação com a direcção de serviço de protecção vegetal, responsável pelas actividades e beneficiário do projecto, começarão esta semana a distribuição aos beneficiários finais nos diferentes sectores do país”, explica.

No âmbito deste projecto “ajuda de urgência na luta contra a invasão da lagarta legionária do outono e outras pragas” que a FAO está a implementar no país, foram entre uma viatura duplo cabine, à direcção dos serviços da protecção vegetal, 100 kits de protecção pessoal, 76 bicicletas, 45 toneladas de fertilizantes, um tonelada de sementes e pulverizadores.

Por: Braima Sigá

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