O conselheiro da directora nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO) disse hoje (18/11) que a Guiné-Bissau registou uma evolução tremenda na circulação da moeda electrónica nos últimos anos.

A constatação é feita a margem da abertura da segunda edição da semana da inclusão financeira na UEMOA, que iniciou hoje em todos os estados membros da organização Oeste Africana, cujo tema é “digitalização ao serviço da inclusão financeira: desafio para o sector financeiro e os estados-membros da UEMOA”.

Segundo Filomeno Lobo de Pina, no aspecto da circulação da moeda electrónica, o país está acompanhando o ritmo, apesar de alguns constrangimentos social e económica.

“ No ano 2007-2015, ouve um crescimento de mais de 2 bilhões para trinta e dois bilhões. A circulação da moeda através do sistema electrónica, é uma evolução tremenda. Neste aspecto a Guiné-Bissau está a acompanhar o ritmo apesar de muitos constrangimentos na área social e económica”      

A segunda edição da semana da inclusão financeira na UEMOA tem por finalidade, segundo as declarações do conselheiro da directora nacional da BCEAO, debater com os atores implicados sobre os desafios da digitalização dos pagamentos para os sectores financeiros e os Estados-Membros.

“ Como vocês sabem, há um desafio que é latente e este desafio impõe-se não só ao sistema financeiro, assim como ao Estado nos pagamentos das contribuições, dos impostos e uma série de pagamento que se fazem ao Estado”, acrescentou.  

Por outro lado, Lobo de Pina explicou que durante esta segunda edição da semana da inclusão financeira, os participantes vão debater os riscos inerentes na utilização de novas tecnologias financeiras.

“Isso porque a utilização das novas tecnologias financeiras implica igualmente riscos de branqueamento, de financiamento de terrorismo e risco mesmo de fraudar as população sobre estas tais práticas. São meios muitos sofisticados, por isso é que a população devem ser devidamente consciencializadas e sensibilizadas sobre estas práticas e estes riscos. Está previsto ainda a realização de um “benchmark” sobre esta questão, com vista a partilha das melhores praticas na matéria”, concluiu.

A escolha do tema desta segunda edição, “digitalização ao serviço da inclusão financeira: desafio para o sector financeiro e os Estados-Membros da UEMOA é justificada pelo crescente papel que as inovações tecnológicas têm desempenhado no reforço da inclusão financeira nos últimos anos.

Por: Braima Sigá

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