O Sindicato Nacional da Guarda Prisional disse que sente ignorado pelas autoridades nacionais tendo em conta o não cumprimento do memorando de entendimento assinado em 2018 que visa melhorar o funcionamento do serviço e a aquisição de fardamento aos Guardas Prisionais

Por isso o Guarda Prisional entregou um caderno reivindicativo ao ministério da justiça exigindo conclusão e resolução urgente de progressão na carreira cujo processo está no ministério das finanças. No caderno, o sindicato exige o pagamento de 47 meses de atrasados salariais dos pessoais menores.

Em entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM), Iazalde José da Silva, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional da Guiné-Bissau, disse que nunca o governo apetrechou o sistema prisional com nenhuma viatura.

“Se um recluso precisar de tratamento sistema de saúde são os próprios Guardas Prisionais que tiram o dinheiro dos seus bolsos”.

Na mesma entrevista à RSM, Iazalde disse que durante toda a luta contra a Covid 19, nunca o governo afectou os serviços prisionais com materiais de higiene ou de desinfecção.

O presidente do Sindicato Nacional do corpo da Guarda Prisional da Guiné-Bissau sustenta ainda que nenhum serviço prisional tem condições para receber os reclusos.

“Nenhum estabelecimento tem condições favoráveis e que respeitem os direitos humanos”.

As prisões do país estão em estado deplorável e muitas vezes a situação foi denunciada e criticada pelo Sindicato Nacional do corpo da Guarda Prisional da Guiné-Bissau. A crítica é reforçada pela Liga Guineense dos Direitos Humanos.

A questão de superlotação vem agravar ainda mais a situação, no memento que, no país, está a subir drasticamente o número de infectados e de mortes.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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