01
Jun
2020

A Presidente de Rede Nacional da Associação das pessoas viventes com VIH/SIDA na Guiné-Bissau, RENAB, afirmou que, na Guiné-Bissau, não está a ser implementada a lei de protecção das pessoas viventes com VIH/SIDA.

Maria de Fátima Lopes Machado, falava aos jornalistas esta segunda-feira (1) no ato da entrega dos produtos e géneros alimentícios ao Secretariado de Luta Contra Sida na Guiné-Bissau.

Maria Machado atribui a responsabilidade a Nuno Gomes Nabiam, primeiro-ministro nomeado por Umaro Sissoco Embaló, para o cumprimento da lei que diz respeito a protecção das viventes com VIH SIDA, que não está sendo executada.

“ O primeiro-ministro tem grandes responsabilidades em seus ombros no sentido de executar as leis sobre protecção das pessoas viventes com VIH/sida. Temos mulheres abandonadas pelos maridos só porque são portadoras de VIH e crianças órfãos de pais sem protecção, para isso pedimos a colaboração do primeiro-ministro como presidente de Conselho Nacional de Luta contra a Sida”, afirmou.

Ainda Maria Machado disse ainda que, o problema de SIDA no país, não é apenas da UNICEF ou da RENAB, mas sim de todos os guineenses e organismos internacionais para fazer face ao combate. “ O problema de sida pertence a todos os guineenses mesmo não sendo doente ou portador porque pode não estar infectado, mas estarás afectado”.

Por seu lado, a Secretária Executiva do Secretariado Nacional da Luta Contra Sida, Fatumata Djari Djaló, sustenta que as pessoas com VIH/SIDA deparam com fraco estado nutricional causado pela pandemia da Covid-19 “ que torna suas torna seus sistemas de defesa muito vulnerável com fraca capacidade de resposta”.

A situação do VIH/SIDA, nos últimos anos tem preocupado as autoridades nacionais e a sociedade em geral. Neste momento do Coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, vem agravando ainda mais a vulnerabilidade das pessoas viventes com a doença.

Por: Quina Nhaté

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