28
May
2020

Os parceiros internacionais, agrupados no denominado P5, manifestaram, hoje (27), as suas disponibilidades em apoiar o presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) a encontrar uma solução política para sair no imbróglio entre os partidos políticos sobre a formação do novo governo.

A disponibilidade foi manifestada no final do primeiro de series de encontros que o líder do hemiciclo guineense, Cipriano Cassama, começou hoje (28/05) com os parceiros internacionais P5, e amanhã (29/05) deve seguir com a sociedade civil e na segunda-feira (01/06) com os partidos políticos representados no parlamento, para encontrar uma solução política com vista à formação de um novo Governo antes do dia 18 de Junho, como recomendou o Presidente da República.

Segundo o porta-voz do grupo do P5, diplomata santomense Ouvido Pequeno, na sequência deste encontro com o líder do parlamento, o grupo vai reunir para depois encetar as suas acções neste processo.

“Ele [presidente do parlamento] informou-nos das démarches que ele vai encetar e pediu-nos que se pudéssemos apoiar e acompanhar. Da nossa parte nós [P5] manifestamos a nossa inteira disponibilidade para o fazer, vamos na sequência deste encontro que tivemos termos uma reunião entre o grupo e depois vermos qual poderá ser acção do P5 neste processo”.

O Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, reuniu, na segunda-feira (25.05), com os partidos políticos com assento parlamentar para informar que têm até ao dia 18 de junho para encontrarem uma solução política com vista à formação de um novo Governo.

No final das audiências, o chefe do estado reafirmou a sua intenção de dissolver o Parlamento se os partidos não chegarem a um entendimento até ao final deste novo prazo.

Não obstante o anúncio do novo prazo por parte de Sissoco Embaló, mas a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) tinha ordenado, em Abril último, ao presidente Embalo, a formação de um novo Governo, antes do dia 22.05, respeitando os resultados das legislativas de Março de 2019 e a Constituição da República.

 

Por: Braima Sigá

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