MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA DENUNCIA ADULTERAÇÃO DO ORÇAMENTO NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
O ministro da Função Pública denunciou, esta terça-feira (20), o “elevando custo” que o ministro da educação tem vindo a carretar ao Estado nas despesas dos funcionários fantasmas. As despesas não controladas cercam os 39 milhões de Fcfa mensais
A denúncia tornada pública durante uma conferência de imprensa onde o titular da Pasta da Função Pública, Fernando Gomes, falou nos 722 professores desconhecidos que são pagos os salários mensalmente.
Depois do facto ser conhecido, segundo o ministro, levou no bloqueio no banco de dados para veracidade dos factos.
“Conseguimos detectar 722 professores falsos. Em que parte do mundo existem professores falsos ou os que já faleceram mais continuam a receber os seus salários mensais”, questiona.
Sobre o recenseamento dos professores novos ingressos de 2017/2018 que devia acontecer há muito tempo, Fernando Gomes falou na adulteração do orçamento por parte do ministério da educação.
“Houve adulteração do orçamento que apresentamos ao ministério da educação e não sabemos da outra parte aumentada. O nosso orçamento em relação aos professores novos ingressos é de 6 milhões e 735 mil francos cfa e a adulteração do ministério da educação entregue ao ministério das finanças é de 8 milhões e 600 mil francos e até hoje não sabemos como o resto do fundo é gerido”.
De acordo com o ministro da Função Pública, Fernando Gomes, o seu pelouro tem agendado o recenseamento dos antigos combatentes em todo território nacional a fim de ultrapassar a situação definitivamente.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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