FÓRUM DE PAZ RECONHECE TRABALHOS DOS MILITARES GUINEENSES

A ONG “Fórum de Paz” entregou, ontem (23), Às Forças Armadas da Guiné-Bissau, a bandeira branca que significa símbolo da paz devido a acalmia vivida nos quarteis durante os quatros anos

O acto aconteceu no Estado-maior em Amura que visa assinalar a comemoração do dia dos combatentes da Liberdade da Pátria.

Na ocasião, o Coordenador do Projecto Fórum de Paz, José Carlos Lopes Correia, disse que pretende-se dar outra imagem ao país através do trabalho de educação das forças pela paz dos 4 anos.

“Trazemos esta bandeira para entregar as forças armadas pelo bom trabalho de paz e educação que tem vindo a fazer nos últimos quatro anos em que nos mostrou que é possível ter paz douradora e no segundo lugar queremos se as eleições terminarem para que os militares entregarem esta bandeira à ANP para que novos governantes assumam a mesma postura no futuro”, explica.

Por seu turno, o Vice-chefe de Estado-maior General das Forças Armadas, Mamadu Turé, assegurou que a paz que se vive nos quarteies durante quatro anos vem para ficar definitivamente no país.

“Garanto-vos que esta paz de quatro anos atrás vem para ficar devido o conselho do chefe de Estado-maior das forças armadas para à manutenção da coesão social, da paz e da estabilidade na Guiné-Bissau”, promete.

A Guiné-Bissau tem vivido sucessíveis sobressaltos política militar o mais recente 12 Abril de 2012, que resultou nas eleições legislativas e presidenciais que levou o povo escolher novos governantes.

Entretanto, o Chefe da direcção Política das Forças Armadas defendeu na mesma ocasião que a reforma na força armada como forma de organizar e estruturar os militares guineense para que haja dignificação dos antigos combatentes da liberdade da pátria.

A ideia defendida durante a palestra alusivo á 23 de Janeiro sobre “Surgimento do dia dos Combatentes da Liberdade da Pátria e Papel das Forças Armadas na Democracia” numa das salas do Estado-maior.

Segundo Albertino António Cuma até então não houve a reforma a nível das forças armadas um dos instrumentos fundamentais para apoiar o governo na sua política de governação que permite saber o número exacto dos antigos combatentes.

“Se vejamos a estrutura e forma da política dos antigos combatentes denota-se muitas coisas não foram feitas”, sublinhou chefe da Politica das Forças Armadas.

De acordo com a constituição da República as Forças Armadas são apartidárias. Por isso na base da Democracia, os membros da Forças Armadas enquanto cidadãos e homens fardados não devem: pertencer ou afiliar-se em nenhum partido ou organização política nem Sindical.

Facto que Albertino Cuma considerou que as forças armadas têm regras reservado na constituição no qual pede os militares o seu cumprimento a fim de distanciar dos políticos.

O Chefe da direcção Política das Forças Armadas considerou de 100 por cento estável a situação das forças armadas devido o empenho do chefe do estado-maior general das forças armadas que “organizou os militares na formação e capacitação em todos os ramos e unidades”.

23 de Janeiro de 1963 – 23 de Janeiro de 2019
56 anos do dia dos Combatentes da Liberdade da Pátria, início da luta libertação nacional, através de um ataque ao quartel do Tite, região de Quinara, sul do país.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Iambi

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