Covid 19: DURANTE SEMANA DE FESTAS GUINÉ-BISSAU TRIPLICOU CASOS DE POSITIVIDADE

A Guiné-Bissau começou o ano 2022 com o número de positividade preocupante. Nos últimos sete dias há registo de trinta e três (33) novos casos positivos do novo coronavírus.

Dados foram revelados, hoje, na habitual conferência de imprensa semanal do Alto Comissariado para a covid-19, pelo secretário da instituição responsável pela gerência da pandemia no país, Plácido Cardoso.

O médico guineense disse ainda que a Guiné-Bissau está a triplicar os casos por semana ele lembra ainda atualmente o país acumula 6.499 casos registados desde o inicio de pandemia em Março de 2020.

“Nas últimas 4 semanas, saímos de 4 para 8 casos por semana e depois para 10 casos por semana”, explica.

O médico disse ainda que a sua instituição está com receio de um possível início da quarta vaga da pandemia no país “como foi verificado no mesmo período no ano passado”.

“Infelizmente decorre uma paralisação do setor de saúde que dificulta os trabalhos de vigilância ao nível das estruturas de saúde”, lamenta Plácido Cardoso que referenciava os trabalhos de vigilância que neste momento decorrem no país.

Questionado se a possível quarta vaga está relacionada com o novo variante Ómicron, Plácido Cardoso disse que existe esta possibilidade, mas aponta o ressurgimento dos casos positivos com a falta de cumprimento das regras sanitárias.

“Vamos estudar se realmente existe necessidade para que, no decurso de vigência deste estado de alerta, para introduzir algumas alterações em funções dos elementos epidemiológicos que temos em mãos”, garante o secretário do Alto Comissariado para a Covid.

Segundo informações o grupo técnico do centro de emergência reúne, esta tarde, para estudar novas medidas pertinentes neste momento para mitigar o aumento já acelerado do número dos novos casos já verificados.

O governo declarou no final de outubro passado o estado de alerta de 90 dias, ou seja, termina só no próximo dia 29 do mês corrente, na qual foram eliminadas várias medidas restritivas à vida dos cidadãos.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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