As duas centrais sindicais do país a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes (CGSI) voltam esta segunda-feira a projectar uma greve de três dias a partir desta terça-feira, para exigir entre outros pontos, o pagamento do salário e 100 mil francos CFA como salário mínimo na Função Pública.

A projecção da paralisação anunciada numa entrevista à Rádio Sol Mansi, pelo porta-voz da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné - Central Sindical, João Domingos da Silva.

Segundo João Domingos da Silva, a determinação da paralisação de administração pública foi defendida durante uma reunião da comissão executiva da UNTG com a participação da confederação geral.

“Estamos a reafirmar a nossa determinação em continuar com a greve até que o governo nos atende ou seja, resolve os problemas dos trabalhadores guineenses”, referiu João Domingos da Silva.

João da Silva disse por outro lado que a oitava ronda da greve é para reconquistar a dignidade dos trabalhadores.

“ Esta luta que está na sua oitava ronda, é uma luta para reconquistar a dignidade dos funcionários guineenses. Temos a consciência que irá custar muito suor e sacrifício com objectivo sempre de alcançar os direitos plasmados na lei”, atirou o porta-voz da UNTG.

Recorde-se que, caso venha consumar a paralisação de três dias na Função Pública será oitava ronda em que as duas centrais sindicais do país a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a confederação Geral dos Sindicatos Independentes (CGSI) estão juntas na mesma luta.

Por: Marcelino Iambi

Podcast

podcast

Escute quando quiser as emissões da Rádio Sol Mansi.

 

 

 

Ouvir

Escreva à RSM

email 

Entre em contato com a Rádio Sol Mansi.

Continuar

Ajuda RSM

helpContribua para a manutenção dos nossos equipamentos e a formação da nossa equipa.

Ajuda

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più