A organização carta 21 propõe a reabitação de salas de aulas de algumas escolas públicas como condição para salvar o presente ano lectivo. Caso contraio exige que o governo assuma a responsabilidade de anular o presente ano lectivo

Embora defendendo a nulidade do ano lectivo, a organização diz que caso o governo quiser salvar o presente ano lectivo deve tirar um despacho proibindo os professores das escolas públicas de leccionarem nas escolas privadas como forma de evitar sucessivas greves.

Esta terça-feira (19 de Março), numa conferência de imprensa, o coordenador da “Carta 21”, Franique Alberto da Silva, disse que estratégias devem ser tomadas para que os alunos não saiam mal deste ano lectivo.

“Este ano ainda pode ser saldo quando o governo decidir fazer reabilitação em todas as escolas. Mas o governo deve tomar a mais alta maturidade e coragem para anular o ano porque se os alunos serem formados irão servil mal o país”.

Franique Alberto da Silva disse ainda que tiveram encontro com a Directora do Ensino onde se falou da situação do presente ano lectivo.

“O ministério disse que algumas escolas privadas podem ser emprestadas mas mesmo assim não seria o suficiente. A Carta 21 demonstrou as consequências disso e mostramos a necessidade das salas de aulas ser colocados tectos e as janelas e portas devem ser colocadas”.

A “Carta 21” é uma organização estudantil que luta em defesa dos estudantes do país e promoveu grandes manifestação no país exigindo o início das aulas nas escolas públicas e as melhores condições das escolas públicas. No entanto, hoje, surge em defesa da nulidade do presente ano lectivo sendo que quase dois trimestres já foram perdidos.  

Por: Eliangila Raisa Silva dos Santos

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