O director-geral da Administração dos Portos da Guiné-Bissau considerou hoje (11/2) que o porto da Guiné-Bissau é um dos com muitas dificuldades em termo da segurança marítima.

Alberto Sanhá falava durante abertura do seminário de dois dias sobre implementação do Código da “Segurança Internacional de Navios e Portos” (ISPS) administrado pelo delegado da Segurança marítima de Guarda Costeira americano para a Guiné-Bissau.

O Código ISPS, adoptado pela Organização Marítima Internacional- OMI, é um capítulo da Convenção SOLAS (Segurança da vida no mar) que a Guiné-Bissau já ratificou e visa a protecção do transporte marítimo, através da adopção a nível mundial de regras a observar pelos navios utilizados no comércio internacional e pelas instalações portuárias que os servem, sendo constituído por duas partes – a “A” que é obrigatória e a “B” que é facultativa.

Alberto Sanhá diz que o porto depara com deficiência enorme uma vez que 80 por cento de mercadorias são transportados por via marítima por isso, exige ter técnicos qualificados para responder as demandas internacionais.

“O nosso porto é de facto um dos portos com muitas dificuldades em termos da segurança marítima porque a transportação das mercadorias é de 80 por cento via marítima, então exige sobretudo a protecção de todas as mercadorias e todas transportes que circulam nas vias marítimas”, sustenta Alberto Sanha.

Para melhorar a situação deficitária do porto da Guiné-Bissau Alberto Sanha apontou que é preciso a capacitação dos técnicos sobre Segurança Internacional de Navios e Portos assim como colocar câmara de vigilância e também melhorar a situação de dragagem neste porto.

“O que deve ser feita é componente de formação dos quadros para estarem a altura de regras internacionais, para posteriormente colocar a câmara de vigilância em todos sectores do porto para dar mais segurança assim como proceder a dragagem no porto”, garantiu o director da APGB Alberto Sanha.

Em 2018, o ministro dos Transportes e Comunicações na altura, Serifo Jaguite tinha anunciado que os trabalhos de dragagem no porto de Bissau, (dragado pela ultima vez há mais de 50), é financiado com 15 mil milhões de francos Cfa pelo  BAD.

De acordo com governante na altura, os trabalhos de dragagem irão juntar-se os trabalhos de colocação de sinalização marítima na zona portuária para que seja possível a atracagem de navios de grande porte no porto da capital sendo que, a última dragagem efectuada no porto de Bissau remonta a uma altura em que ainda era Portugal quem exercia domínio sobre o país, na década de 60.

Por: Marcelino Iambi

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