O Secretariado Nacional da Luta Contra a SIDA (SNLS) aponta a descriminação e a estigma da sociedade contra as pessoas viventes com o vírus, como maiores obstáculos para o combate desta doença no país.

A informação avançada, hoje, pela secretária executiva do Secretariado Nacional de luta contra a Sida, durante uma entrevista à margem das atividades de despistagem a decorrer no âmbito das comemorações de mais um 1º de dezembro, Dia Mundial da Luta contra Sida.

Fatumata Djarai Djaló, diz que a discriminação dos viventes com o vírus, cria entraves nos viventes que acabam por não frequentar os centros de saúde.

“Hoje estão a ser ministrados dois temas o 1º são as discriminações e os estigmas que as pessoas viventes deste vírus enfrentam com a sociedade o que nos dificulta muito no trabalho e por isso acabam por não frequentar os centros de saúde escondendo com esta doença e quando isto acontece a pessoa corre o risco de morrer”, explica.

Fatumata disse ainda que o tema debatido é “muito importante”, porque até os técnicos de saúde têm dificuldades em termos da interação com os pacientes com VIH SIDA.

“Com isto queremos sensibilizar esses jovens em como prevenir desta doença e a forma como lidar com os viventes e para que nunca mais descriminalizem as pessoas viventes com Sida”, disse a secretária executivo do SNLS que explica, no entanto, que o 2º tema é a situação geral de VIH SIDA no país.

Djarai Djalo, Secretária Executiva do Secretariado Nacional de Luta contra a Sida, afirma que desde o ano em que foi detetada o vírus no país, não houve aumento, mas sim, a redução, e a partir de uma determinada altura 2017, os casos começaram a estagnar.

Em face desta situação, o secretariado está a lavar a cabo um trabalho de investigação para apurar as causas desta estagnação, através das percentagens do vírus constatadas.

Este ano o mundo celebra esta data sob lema “Acabar com desigualdades”, e nesta senda, a referida organização nacional lança hoje a abertura de uma campanha de rastreio que termina no dia 28 deste mês, na qual escolheu como público-alvo os jovens das diferentes universidades, com vista a debaterem a forma como se prevenir deste vírus e a de lidar com os doentes desta patologia.

 

Por: Diana Bacurim

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