Umaru Sissoco Embaló responsabilizou hoje (25) o presidente de Assembleia Nacional Popular que procure uma solução parlamentar para formação do novo governo até o próximo dia 18 de Junho.

A intenção de Embaló foi manifestada aos jornalista após encontro com partidos com representação parlamentar.

“ (…) Assumi a responsabilidade de fazer o ponto de situação de correlação na Assembleia ao seu presidente porque a primeira decisão que tenho acima da mesa é a dissolução de parlamento mas, existe uma boa relação entre os órgãos da soberania. Hoje, o incumbi (o presidente de Assembleia) a responsabilidade de até dia 18 de Junho, trazer uma solução que depois no dia 19, tomarei uma decisão que será melhor para os guineenses. Para mim, não é solução o que a CEDEAO disse, eu sou a CEDEAO porque é um espaço da qual fazemos parte”, disse.

Já Cipriano Cassama, na sua curta declaração prometeu tudo fazer para que o país saia desta situação. “ Enquanto a segunda figura do estado, nesta base, reafirmo a minha confiança de tudo fazer para encontrar uma solução no parlamento”.

Odete Semedo, 2ª vice-presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC), disse que o seu partido apresentou ao Umaro Sissoco Embalo, a proposta de solução para a criação de um governo de base alargada que deverá ser dirigida pelo próprio.

“ Nós quisemos saber qual seria a resposta a resposta dele para a CEDEAO que deu o prazo até dia 22, Sissoco disse-me que não responde pela CEDEAO e está a trabalhar para a Guiné-Bissau”, isso numa clara alusão ao cumprimento da data estipulada pela CEDEAO para a formação de um novo governo.

O coordenador do Movimento para Alternância Democrática Braima Camara afirmou que a exonerando do governo de Nuno Nabian, seria uma crise para o país “ porque este governo conseguiu recuperar programa com FMI e está alinhado com os sindicatos. Casa de fazer política é na Assembleia Nacional Popular e se a outra parte quiser saber se temos maioria ou não, que agendem o programa do governo”.

No entanto, Jorge Mandinga de Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau diz que a maioria que constituíram com MADEM e PRS está pronta a continuar a assumir os destinos da governação. “ Pedimos aos partidos democratas que respeitem os resultados eleitorais e ao presidente de Assembleia que faça diligências no sentido de abrir o hemiciclo para que o nosso governo possa aprovar se tem ou não, a maioria dos deputados”.

Jorge Malu do Partido da Renovação Social reafirmou que seu partido está e contínua fiel ao acordo assinado com APU e MADEM.

“ Estamos fiéis e continuamos a ser fiéis a aquilo que assinámos com os nossos parceiros partidos políticos. Foi o que testemunhamos ao presidente”, reafirmou o político.

Entretanto, Abas Djaló do Partido da Nova Democracia disse que Sissoco os anunciou que PAIGC terá que demostrar se tem a maioria para confirmar a governação. “ Nós aqui do PND, como fazemos parte da coligação com o PAIGC, vamos aumentar as consultas internas e ver qual a posição que vamos assumir nos próximos tempos”.

Esta consulta de Sissoco Embaló aconteceu três dias depois de terminar a data estipulada pela CEDEAO de formar um novo governo na base dos resultados das legislativas de 2019.

Por: Nautaran Marcos Có

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