O Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF) sugeriu ao ministério da Educação Nacional para fazer levantamento das escolas em condições para o retorno das aulas devido a pandemia da Covid-19.

De acordo com a presidente da Rede Nacional das Mulheres do SINAPROF Eugénia Rodrigues “o ministério da Educação e da Saúde Pública deve identificar as escolas com alunos superlotados fazendo divisão destes em dois grupos para o retorno das aulas, ou seja a metade numa semana e a outra na semana a seguir, porque temos as escolas públicas que funcionam em regime da autogestão, escolas privadas e algumas escolas de formação que funcionaram desde outubro”.

A sugestão do SINAPROF é dada hoje (16), durante abertura do seminário de formação dos formadores sindicais para a capacitação dos associados de base.  

Entretanto, o presidente do SINAPROF Domingos de Carvalho é da opinião de que se há condição para o retorno das aulas, os professores estarão disponíveis para tal.

“Se há condições, nós enquanto professores estaremos disponíveis para retomar as aulas, e a condição tem que ser não só para os alunos mas também para os professores”, advertiu o sindicalista.

Em relação a intenção do ministério da Educação Nacional que pretende recrutar mais de 2.500 professores para colmatar défice dos professores no sector, o sindicalista enalteceu a iniciativa que segundo ele, dará uma melhoria ao sector uma vez que os professores não são suficientes para dar a cobertura dada o crescimento da população.

“Este é de louvar, porque quem acompanhou o crescimento da população na Guiné-Bissau compreende que as infra-estruturas escolares não são suficiente para todos os alunos irem as aulas e muito menos para os professores para dar a cobertura a esta necessidade, mas o que nos encoraja ainda mais é que ontem (15), vimos no conselho permanente da concertação social, um bónus significativo que correspondem 15,10% e a maior parte está destinado para aplicação do estatuto da careira docente e o recrutamento dos professores”, acrescentou.  

No passado sábado, o governo através do ministério da educação tinha adiado o retorno das aulas nas escolas públicas e privadas que deveria iniciar no dia 13 de Julho para a conclusão do ano lectivo 2019-2020 sustentando que nenhuma escola está em condições de implementar o distanciamento social devido à insuficiência de salas de aulas.

Por: Braima Sigá/Marcelino Iambi

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