O primeiro-ministro revelou hoje (12/8) que o investimento no sector do turismo teria uma função económica e pode colocar o país numa posição de ponte de passagem para América do Sul a médio prazo.

Aristides Gomes que falava após a sua chegada à Bissau vindo dos Emirados Árabes Unidos disse ter apresentado as autoridades daquele país árabe as potencialidades da Guiné-Bissau, destacando o arquipélago dos Bijagós como potencial turísticas.

“ Nós apresentamos as nossas potencialidades e aparentemente é umas potencialidades atraentes aos Emirados Árabes com a incidência sobre os arquipélagos dos Bijagós que têm potencialidades turísticas numa área turística em que poderemos ser concorrenciais em relação a vários países sobretudo na sub-região. Com um investimento no turismo, o nosso país teria uma função económica mas sobretudo a função de incentivo à nossa economia na medida em que desencadearia todo um processo de desenvolvimento de outros sectores, nomeadamente sector de transporte fluvial assim como aéreo e isso colocaria a Guiné-Bissau a médio prazo, numa posição de servir de ponto de passagem para a América do sul”, revelou o primeiro-ministro.

O chefe do executivo defendeu por outro lado que, estas iniciativas baseiam-se na linha do plano estratégico “Terra Ranka” que resumem-se em identificar as potencialidades e parcerias que possam interessar o país. “ Estamos a imprimir com isso uma natureza diferente a nossa diplomacia. Queremos sair daquela diplomacia de pedir ajuda para entrarmos numa diplomacia de partir da nossa orientações e preocupações em termos de desenvolvimento, convidar outros países para parceria que possam servir de alavanca ao nosso desenvolvimento”.

Relativamente aos acordos rubricados durante contacto com as autoridades dos Emirados Árabes Unidos, Aristides Gomes, aponta acordo sobre segurança de investimento, a dupla tributação e acordo sobre circulação das pessoas.

“Em relação ao último acordo, vamos submeter à Assembleia Nacional Popular para proceder a sua ratificação depois disso, os portadores de passaportes diplomáticos e de serviços, não terão necessidade de obter vistos de entrada ao Emirados Árabe. Em relação ao passaporte ordinário, temos que provar que é seguro e o mundo precisa ter e conhecer os actuais dados dos nossos passaportes ordinários em relação a sua segurança”, explicou.

Por: Braima Sigá

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