O Chefe do gabinete da Secretária de Estado do Ambiente criticou, esta segunda-feira (17), a forma como estão a ser geridos os recursos costeiros nos países da sub-região incluindo a Guiné-Bissau

De acordo com Lourenço António Vaz, falava na abertura do seminário de dois dias, que decorre, em Bissau, no âmbito da convenção de Abidjan, sobre a “Poluição Marinha”.

Segundo Lourenço os recursos costeiros - que são comuns em vários países da sub-região - estão a ser “paulatinamente” geridos de uma forma irracional para servir “o tão almejado” desenvolvimento sustentado.

“Os instrumentos são resultados de um trabalho muito sério, culminou com um protocolo que tem a ver com a exploração de dois recursos importantes mas que também podem, no decurso da sua exploração, ser nocivos ao ambiente marinho”

No que se refere a exploração dos recursos naturais na Guiné-Bissau, Lourenço Vaz aconselha a sua exploração de uma forma ordeira para não prejudicar ecossistema marinho.

“O sector das pescas é a base de toda a economia da Guiné-Bissau. Portanto, a exploração petrolífera e de gaz que estamos a pautar para o desenvolvimento tem que ser feita de uma forma ordeira para que não possa prejudicar os ecossistemas marinhos”.

Segundo Lourenço António Vaz um país como a Guiné-Bissau que depende da parte económica na gestão dos recursos pesqueiros deve ser gerido “muito bem” para evitar os prejuízos.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

 

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