Iniciou hoje (26), em Bissau, a campanha voluntária de vacina de poliomielite em 1.700 pessoas com mais de 50 anos para prevenir e combater o novo coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19.

Os pesquisadores do Projecto Saúde de Bandim e elementos do Comité Nacional de Ética em Pesquisa na Saúde foram os primeiros a tomar dose de vacina oral contra poliomielite, para reforçar a imunidade contra a Covid-19.

A cerimónia foi presidida pelo Presidente do Instituo Nacional da Saúde Publica, Dionísio Cumba, que disse que “o estudo é para ver se é possível reforçar a imunidade dos idosos como factor do risco por Covid-19 e o testo é voluntaria, ninguém vai ser obrigado”.

Para o presidente em exercício da Comete Nacional de Ética em Pesquisa na Saúde, Mouhammed Djicó Ahmed, “a iniciativa não tem nada a ver com o consórcio dinamarquês e norte-americano, temos a certeza do que aprovamos e sabemos que este teste pode dar alguns efeitos porque já mostrou que tem efeito não específico, você toma para prevenir a pólio e depois lhe proteja de um outra doença, é o que o projecto Saúde de Bandim vai procurar, por isso que autorizamos que seja feita no país”

A iniciativa mereceu duras críticas pelos activistas sociais. A investigadora Amabela Rodriguês, em representação do Projecto Saúde de Bandim, apelou aos críticos da investigação, a evitar a utilização de rede social para criticar o trabalho “sem argumentos científicos”

Na semana passada o ministro da Saúde Publica assegurou que apenas será feita um estudo a semelhança dos outros países e não a vacina nas pessoas.

Por: Braima Sigá

 

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