O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ),Paulo Sanhá, reconhece que a maioria dos guineenses considera a justiça guineense como corrupta, criadora e facilitadora da impunidade

Paulo Sanhá falava, hoje (12), no acto do cumprimento do ano novo do poder judicial ao presidente da República, disse ainda que estas críticas são aceites numa sociedade democrática, por isso fala da contribuição dos tribunais no direito democrático.

“Enquanto a presente omnipresente dificuldade económica e financeira do país se reflectir com maior equidade no poder judicial, o combate a impunidade e a corrupção será maquieiro”, adverte.

Já relação às preocupações levantadas pelo poder judicial, O presidente Sissoco Embaló lembra que o sector tem uma grande responsabilidade de regular a sociedade guineense.

Embalo admite que no passo tinha uma certa limitação em relação à actuação dos homens da justiça.

“Felizmente o presidente da República ainda não promulgou nenhum diploma. Serei um presidente da República do sonho dos guineenses”, promete.

O presidente da República, no ano passado recente, teceu duras críticas aos homens da justiça guineense. Hoje, reafirma o seu receio em relação a este sector mas promete não guardar mágoas.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá

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