O Colectivo de associação estudantil de escolas públicas e privados diz ter recebido a garantia do ministro de educação que o ano lectivo não será anulado.

A informação é avançada esta sexta-feira pelo porta-voz da organização Bacar Mané após o encontrou se com o ministro da educação.

“Nós estamos preocupados com os rumores que veiculam sobre a nulidade do ano e também tivemos informações que algumas organizações entregaram cartas ao presidente da República algumas entidades politicas e até no ministério da Educação para anular o ano. Consideramos infeliz o pedido destas organizações porque não lhes compete decidir sobre a matéria e também porque este ano não é dos piores que já passou na Guiné- Bissau. Por isso apelamos a todos que voltem a escola, que voltem as aulas porque o lugar dos estudantes é na escola”, apelou.

Recentemente tem aumentado as dúvidas sobre a continuidade ou não do presente ano lectivo. Alguns analistas da área educação defenderam o prolongamento do ano ou a sua nulidade devido a diversas paragens registadas durante a campanha de caju e as sucessivas greves.

Após duas vagas de greves, os professores das escolas públicas anunciaram, na quarta-feira, uma nova paralisação laboral, de 30 dias, a partir da próxima segunda-feira, para reclamar do Governo o cumprimento de uma série de acordos que possibilitaram o levantamento da última greve em dezembro.

Mas, segundo os estudantes, alguns professores já não compareceram esta quinta-feira em algumas escolas públicas.

Entre os pontos do referido acordo, figura o pagamento de salários em atraso a várias categorias de professores, nomeadamente os contratados e novos ingressos, bem como aplicação efectiva do Estatuto da Carreira Docente.

Três sindicatos que representam os professores acusam o primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, de ordenar o bloqueamento, nas Finanças, do pagamento aos docentes que estiveram em greve no mês de dezembro.

Um porta-voz dos sindicatos dos professores, Bunghoma Sanhá, admitiu a possibilidade de o ano lectivo ter que ser anulado pelo Governo, a quem acusa de insensatez.

A redacção

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