ONG TARGET DIZ QUE 39% DAS PESSOAS CONTINUAM Á FAVOR DA MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA NA GUINÉ-BISSAU

A ONG “Target” afirma que a situação da Mutilação Genital Feminina continua a ser alarmante na Guiné-Bissau. “Portanto, segundo a mesma fonte, uma boa parte dos guineenses ainda estão de acordo com esta prática que é punível pela lei.

A afirmação é da sua coordenadora feita esta terça-feira aos jornalistas, após uma ronda de conversa efetuada com as diferentes entidades, que lutam contra esta prática que segundo a responsável, continua a assolar o país com números preocupantes.

Susana Pereira da Silva assegura ainda que em relação a mutilação genital feminina a Guiné-Bissau, ainda tem largos caminhos a seguir com vista a sua radicalização.

“Penso que ter 39% de pessoas que ainda continuam á favor da mutilação genital feminina é um resultado bastante preocupado, porque é uma percentagem muito elevado, por isso a Guiné-Bissau ainda tem …”, afirmou

Susana Pereira da Silva coordenadora da ONG Target aponta o envolvimento de todos, como forma de estancar esta prática de Mutilação Genital Feminina.

“ Temos que unir para fazer face a prática da mutilação genital feminina, tanto a religião, os políticos e a comunidade em gera, por forma a acabar com esta agressão ao corpo, emoção e a psicologia da mulher e que faz mal as suas saúdes”, assegurou

O Imane Aladje Seco Dabó presente no ato, relembra a sociedade guineense que a prática de Mutilação Genital Feminina não faz parte da religião islâmica em nenhum momento, e a pratica continua a ser alarmante na Guiné-Bissau, porque atualmente as crianças nos seus primeiros dias de vida são submetidos a esta prática.

“ Continuamos ainda a lutar contra este costume porque atualmente mudaram de estratégia em como nos primeiros dias de vida das crianças são submetidas a mutilação, então mais uma vez digo que este ato não faz parte da religião Islâmica em nenhum momento o importante é que a mulher tenha a fé em Deus” alertou

A ONG “Target” juntou-se com as diferentes personalidades para assinalar o Dia Internacional a Tolerância Zero, a Mutilação Genital Feminina na qual divulgou o resultado dos 3 primeiros vencedores do 1º Concurso de Poesia pelo fim do “fanadu di mindjer na Guiné-Bissau”.

 

Por: Diana Bacurim

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