O líder do PAIGC afirmou que seu partido, segundo os dados de algumas organizações que acompanharam o processo eleitoral, deveria ter 52 mandatos não os 47 anunciado pela Comissão Nacional de Eleições, CNE.

Domingos Simões Pereira que falava aos militantes eufóricos na sede do partido após o anúncio dos resultados das eleições legislativas de 10 de Março, esta quarta-feira (13 de Março), diz ainda estarem preparados para governar nos próximos 4 anos.

“Este período que mobilizou as forças políticas do nosso país culmina com uma vitória nas urnas por maioria relativa do PAIGC, mas que se transforma em absoluta na combinação com todos os partidos aliados. Os dados de que dispomos e que coincidem com os obtidos por algumas organizações que acompanharam o processo apontam a que o PAIGC deveria ter 52 mandatos”, diz para depois adiantar que “ o PAIGC aceita por isso estes resultados e está preparado para governar nos próximos quatro anos”.

Apesar de todo o equívoco a volta dos números de mandato atribuído ao PAIGC, Simões Pereira diz que “quem ficou "desiludido ou frustrado com a escassez de resultados é porque não compreendeu a natureza do combate que está a ser feito”.

"Mas eu quero tranquilizar, dizendo claramente que estes resultados são o resultante, depois de subtraída a instrumentalização étnica e religiosa, corrupção e até a droga", afirmou.

A mais recente crise política na Guiné-Bissau dura há quatro anos desde que o Presidente, José Mário Vaz, demitiu o governo de Domingos Simões Pereira, impondo uma série de governos de iniciativa presidencial que nunca contaram com apoio do parlamento.

Por: Nautaran Marcos Có

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