O presidente em exercício da Câmara do Comércio Indústria Agricultura e Serviços (CCIAS) defendeu, hoje (13 de Maio), que não existe motivo que justifique a rotura da presente campanha de comercialização da castanha de caju.

“A campanha [de comercialização da castanha de caju] não pode chegar a uma rotura, porque resultou de um consenso entre os intervenientes do sector independentemente do governo, reunimos aqui nesta sala e foi uma amplo consenso que chegamos a nível nacional, daí que convidamos a todos os atores nacionais, porque temos a experiência do passado, as pessoas compram a castanha antes do anúncio do novo preço, agora que as pessoas entregam a castanha para não comprometer o processo”, defendeu, Mama Samba Embalo, que falava, em conferência de imprensa, realizada, na sede nacional em Bissau, sobre a sua recente viagem à Cotonou, capital do Benim.

O encontro foi no âmbito da câmara consular da UEMOA (União Económica Monetária Oeste Africana), na qual pede Lamba o Governo a encontrar a solução dos navios com contentores prontos para exportação do maior produto agrícola guineense.

Questionado sobre a compra da castanha junto aos produtores abaixo do preço anunciado pelo Governo (375 francos CFA /kg), Embalo afirma que “há um contraditório sobre esta matéria, porque segundo ele em algumas localidades a castanha está a ser comercializada até 450 francos CFA/kg.

“Esta questão da compra é uma concorrência, mas o que se passa aqui na Guiné-Bissau é o atraso na colocação dos inspetores nos terrenos, mas, no próximo ano, vamos corrigir essa situação. Todos os inspetores vão ser colocados antes do anúncio do preço para evitar essa questão de compra prematura do produto junto ao produtores”, garante.

Em relação ao aumento do preço dos produtos nos mercados, o responsável máximo da Camara do Comércio Indústria Agricultura e Serviço assegurou que “é preciso criar um observatório para o controlo exaustivo nos mercados.

Ele disse que não é possível, porque “há várias situações que acontece nos mercados, alguém não pode decidir de livre vontade pôr o preço que quiser.

“O aumento do preço dos produtos nos mercados está a ser verificado um pouco por todo o mundo, mas na maioria dos países as autoridades adotaram mecanismos para fazer face à situação”, disse. 

 

Por: Braima Siga

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