O conselho das mulheres facilitadoras do diálogo na Guiné-Bissau diz estar preocupado com a tenção social sentida no país em relação a nomeação de um novo primeiro-ministro. As mulheres facilitadoras já não vão contactar mais a classe política porque estão desencantadas

Esta terça-feira as mulheres estiveram reunidas com o presidente da república, José Mário Vaz, para, mais uma vez, pedir a nomeação, o mais rapidamente possível, de um novo primeiro-ministro cuja legislativa foi ganha pelo PAIGC.

Do encontro, segundo a porta-voz do conselho das mulheres facilitadora, Francisca Vaz, o presidente deixou claro que não poe em causa que seja Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro a ser nomeado, mas ainda não tem uma data marcada porque o presidente diz que ainda está a ser feito algum trabalho antes da sua pronunciação.

As mulheres facilitadoras dizem que já não vão contactar mais a classe política porque estão desencantadas com a situação porque o povo está a sofrer.

Passados mais de 2 meses o país continua ainda sem um primeiro-ministro e amanhã (22) A juventude dos partidos com acordo de estabilidade parlamentar liderados por PAIGC saem às ruas do país exigindo a nomeação do novo primeiro-ministro, esta será a segunda manifestação promovida este mês.

Enquanto as pressões se intensificam espera-se que o presidente, como primeiro-magistrado do país tome a decisão de nomear um novo Primeiro-Ministro e, no entanto, a consequente formação de um novo governo.

Ainda hoje (21), o presidente do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idrissa Djaló, considerou de infeliz o discurso do presidente da República José Mário Vaz em Cuntuboel, leste de país.

A consideração é feita durante a conferência de impressa, onde o líder do PUN sustentou que José Mário Vaz inventou um novo conceito para não nomear o novo primeiro-ministro.

Segundo Idrissa Djalo, José Mário Vaz com os seus aliados, estão a tentar precipitar o país ao abismo que ficou patente nas acções do ministério publico, nos tribunais e nas greves salvagens que estão a decorrer esta terça-feira.

"José Mário Vaz tem que sair da presidência logo no dia 24 de mês de Junho porque o seu mandato termina a 23 de Junho", sustenta.

Entretanto, o Idrissa Djaló questionou em que parte da Constituição da república consta que Braima Camara é deve escolher os primeiros-ministros como o próprio tem afirmado.

    

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anézia Tavares Gomes

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