A lei de paridade e as lições aprendidas nas últimas eleições legislativas é o tema que começa a ser discutido pelas mulheres de diferentes esferas da sociedade Guineense, esta quinta-feira, 11 de Julho, num dos hotéis de capital. O encontro insere-se no cumprimento da missão da ONU mulher em parceria com a UNIOGBIS.

O seminário que terá duração dois dias os participantes vão debater também, os principais desafios para um processo eleitoral inclusivo e democrático e, servira como uma oportunidade para discutir e avaliar o papel dos atores nacionais e internacionais no apoio á participação das mulheres na política e nas esferas de tomada de decisão, e por conseguinte, desenvolver uma estratégia médio e longo prazo com objectivos robustos e claros, visando aumentar mais os indicadores da participação política das mulheres.

A chefe da unidade de género da ONUIGBIS, Sílvia de Guili, diz que pretende-se garantir a presença feminina na esfera de tomada de decisão.

“Alcançamos uma etapa e agora vamos para o futuro, queremos ter já no próximo ano mudanças de leis para garantir mais presença das mulheres nos lugares da tomada de decisões”, sustenta.

A recente formação do governo inclusivo com 35,48% das mulheres, representa um importante avanço no domínio da igualdade de género para as organizações das mulheres no país, e colocou o país no patamar do primeiro país na Africa ocidental com um governo inclusivo e equilibrado.

Entretanto, para a presidente de Plataforma Política das Mulheres, Silvina Tavares, a nova lei de paridade veio demonstrar que a lua da organização que dirige e demais organizações femininas promotoras da referida lei é, “uma luta justa”.

“Este elenco governamental veio provar a nossa convicção e acreditamos que permitirá criar bases para consolidação das mudanças almejadas com aprovação da lei de paridade”, finaliza esta activista.

O encontro vai permitir ainda aos participantes analisar o quadro do sistema político guineense, nomeadamente, a constituição da república, a lei de paridade, a lei eleitoral e a lei-quadro dos partidos políticos, face aos compromissos internacionais assumidos no quadro da convenção para a e eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Anésia Tavares Gomes

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